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Senadores brigam em comissão e interrompem votação de reforma trabalhista; veja o vídeo

23/5/2017
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[caption id="attachment_295348" align="aligncenter" width="580" caption="Sessão foi suspensa após briga entre senadores da oposição e da base do governo"][fotografo]Reprodução[/fotografo][/caption]  A discussão do parecer da reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado terminou em briga coletiva entre os parlamentares. O senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) tentou agredir o colega Randolfe Rodrigues (Rede-AP) porque o oposicionista apresentou requerimento pedindo a suspensão da sessão de votação do texto. A agressão foi impedida, em um primeiro momento, pelo senador Paulo Paim (PT-RS) e, em seguida, por Otto Alencar (PSD-BA). Ataídes também tentou agredir Paim, que apenas tentava impedir o contato físico entre o tucano e  Randolfe. Nesse momento, Paim foi empurrado por Ataídes que, com palavras de ordem, saiu de onde estava e tentou esmurrar Randolfe.   [caption id="attachment_295380" align="aligncenter" width="550" caption="Confusão generalizada marcou votação da reforma no Senado"][fotografo]Marcos Oliveira/Agência Senado[/fotografo][/caption]  Outra troca de agressão aconteceu entre o senador Lindbergh Faria (PT-RJ) e o relator da matéria, Ricardo Ferraço (PSDB-ES). Foi preciso que a segurança interviesse para impedir uma briga generalizada. A confusão começou quando a oposição começou a gritar "Fora Temer" no plenário da comissão, fazendo coro com populares que acompanhavam a sessão.   [caption id="attachment_295454" align="aligncenter" width="550" caption="Um dos mais exaltados, Randolfe Rodrigues chegou a se erguer em meio a senadores para se dirigir com bravatas a Ataídes de Oliveira, também muito nervoso "]Randolfe Rodrigues_Fabio Rodrigues Pozzebom/Ag. Brasil" src="https://static.congressoemfoco.com.br/2017/05/Randolfe-Rodrigues.jpg" alt="" width="550" height="350" />[fotografo]Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil[/fotografo][/caption]  A confusão foi causada porque o presidente da CAE, Tasso Jereissati (PSDB-CE), decidiu dar como lido o relatório de Ferraço sem a publicação para conhecimento dos membros da comissão. A tentativa de atropelar o trâmite da proposta não deu certo porque a oposição reagiu, dando início à briga. Na votação que provocou o tumulto no plenário, a base governista obteve 13 votos contra 11 da oposição a favor da leitura do relatório de Ferraço. Assista ao momento da discussão:   Leia também: Governistas querem encerrar audiência pública e antecipar votação da reforma trabalhista
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