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Janot lamenta morte de Teori e elogia ministro por "medidas inéditas" na Lava Jato

19/1/2017
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O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pode propor acordo judicial que beneficiará acusados de caixa 2
[caption id="attachment_279154" align="aligncenter" width="585" caption="Rodrigo Janot: "É inegável e inquestionável a grande contribuição que o ministro Teori Zavascki deu ao Estado Democrático de Direito Brasileiro""][/caption]   O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, lamentou a morte do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki em acidente aéreo nesta quinta-feira (19). "Na relatoria da Operação Lava Jato no STF, o ministro não hesitou em adotar medidas inéditas para a Suprema Corte, a pedido do Ministério Público Federal", escreveu o procurador-geral em nota à imprensa. Janot ressaltou que "é inegável e inquestionável a grande contribuição que o ministro Teori Zavascki deu ao Estado Democrático de Direito Brasileiro a partir de sua atuação como magistrado". Segundo Rodrigo Janot, Teori honrou o papel de magistrado, ao atuar de forma ética, isenta, discreta e extremamente técnica durante toda sua carreira. Teori era o ministro responsável pelas ações da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, deliberando processos de pessoas com foro privilegiado envolvidas no escândalo, como deputados, senadores e ministros. Recentemente, Janot defendeu a Lava Jato no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Para este ano, Teori iria analisar os acordos de delação premiada de 77 executivos da empreiteira Odebrecht. Leia a íntegra da nota do procurador-geral da República: "O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, lamenta o falecimento do ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki nesta quinta-feira, 19 de janeiro. Segundo Rodrigo Janot, Zavascki honrou o papel de magistrado, ao atuar de forma ética, isenta, discreta e extremamente técnica durante toda sua carreira. Na relatoria da Operação Lava Jato no STF, o ministro não hesitou em adotar medidas inéditas para a Suprema Corte, a pedido do Ministério Público Federal. "É inegável e inquestionável a grande contribuição que o ministro Teori Zavascki deu ao Estado Democrático de Direito Brasileiro a partir de sua atuação como magistrado", lamentou Janot." Mais sobre Teori Zavascki
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