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Bivar deve lançar chapa presidencial em 31 de maio. Moro segue sem projeto no partido

Apesar das negociações pelo nome de Moro terem sido costuradas, interlocutores da sigla afirmam que ele deve ficar de fora.

20/5/2022
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Apesar das negociações pelo nome de Moro terem sido costuradas, interlocutores da sigla afirmam que ele deve ficar de fora.  Foto: Reprodução/ Blog Maurílio Júnior
Após desistir de um projeto de terceira via com o PSDB, o MDB e o Cidadania, o União Brasil planeja oficializar um nome de chapa puro-sangue para concorrer à Presidência da República em 31 de maio. O partido fará uma cerimônia aberta em Brasília, às 17h do próximo dia 31.  A chapa será encabeçada pelo presidente do partido, Luciano Bivar e, apesar das negociações pelo nome do ex-ministro Sergio Moro terem sido costuradas, interlocutores da sigla afirmam que ele deve ficar de fora.  O futuro de Moro, no entanto, continua sem definição oficial. Mas, integrantes do partido avaliam que o ex-juiz seja melhor "aproveitado" concorrendo à Câmara dos Deputados por São Paulo. O ex-juiz, porém, resiste a concorrer ao mandato de deputado. Sem o projeto presidencial, reivindica concorrer ao Senado por São Paulo. Mas o plano ainda enfrenta resistência interna. Em 4 de maio, o presidente do União Brasil, sigla que surgiu da fusão entre o DEM e o PSL, anunciou que o partido vai compor uma chapa para as eleições de outubro sem os integrantes da chamada da terceira via.  "Esperamos até o último momento para fazer uma coligação com outros partidos. Entretanto, os outros partidos não tiveram a mesma unidade que tem o União Brasil. Em função disso, não restou a nós uma única alternativa do que sairmos com uma chapa pura", disse Bivar em vídeo divulgado na época do anúncio. Inicialmente, o União Brasil discutia com PSDB e MDB a possibilidade de se unirem em torno de um só nome para tentar romper a polarização entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL). No entanto, o partido alegou que um dos pontos fundamentais para abandonar o grupo eram os conflitos internos do PSDB e do MDB. Conversas sobre vice As negociações sobre quem vai compor uma chapa com Luciano Bivar ainda não chegaram em um nome oficial. A expectativa é de que o presidente da União escolha uma mulher para assumir a vice-liderança da chapa. Uma possibilidade é a escolha do nome da senadora Soraya Thronicke, de Mato Grosso do Sul.  Eleita na onda bolsonarista em 2018 pelo PSL, a senadora e advogada ganhou visibilidade na CPI da Covid. A comissão apurou as ações e omissões do governo de Jair Bolsonaro e a destinação de verbas da União para estados e municípios na pandemia. O mandato de Soraya vai até 2027 no Senado. 
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