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"Esse sistema ditatorial vai mudar", ameaça Eduardo Bolsonaro após morte de PM

29/3/2021
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Coordenadora da Frente Parlamentar da Educação e sindicato alertaram sobre efeitos da fala de Eduardo Bolsonaro sobre professores. Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Os deputados Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e Carla Zambelli (PSL-SP) partiram em defesa do policial militar Wesley Soares Góes, morto pela Polícia Militar da Bahia após atirar contra colegas da corporação. Nas mensagens que martirizam o policial, os deputados se manifestaram contra medidas de isolamento social, que tentam conter o avanço da covid-19 no país. Ambos se referem às medidas de isolamento como atos de repressão às liberdades individuais. No post, Eduardo Bolsonaro afirmou "esse sistema ditatorial vai mudar", referindo-se aos decretos de lockdown. O policial militar Wesley Soares Góes realizou disparos de fuzil para cima enquanto gritava "eu não vou permitir, que violem a dignidade humana de um trabalhador", no Farol da Barra, ponto turístico de Salvador, nesse domingo (28). Após 3 horas e meia de negociação ele disparou contra policiais e foi baleado durante a ação. Mais cedo a presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, Bia Kicis (PSL-DF), fez uma postagem incentivando um motim da policia baiana contra a ação que levou ao óbito do PM. A postagem foi apagada após fortes críticas de parlamentares. >Senado contra-ataca Ernesto e prepara pedido de impeachment contra ministro >Prefeitos pedem socorro internacional contra a covid-19. Veja o vídeo
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