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Com apoio de PT a Bolsonaro, Rodrigo Pacheco é eleito presidente do Senado

1/2/2021
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Segundo as entidades, a MP da desoneração, defendida pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, "aumenta os custos de empregar no Brasil. Pacheco vai reunir líderes para tratar do tema na próxima semana. [fotografo]Marcos Oliveira/Agência Senado[/fotografo]
O senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) foi eleito nesta segunda-feira (1º), por 57 votos a 21, presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional. O mandato é de dois anos. O candidato era considerado o favorito na disputa, foi apadrinhado pelo seu antecessor Davi Alcolumbre (DEM-AP) e recebeu o apoio do presidente da República Jair Bolsonaro, assim como da maioria dos partidos no Senado. “Não existem mais candidaturas, não existem mais divisões”, afirmou no discurso Da Vitoria. O presidente Jair Bolsonaro comemorou a eleição de Pacheco. O senador disse que sempre se guiará pela independência da Casa, mas que também lutará pela união das instituições em prol do bem comum. "Esse método de absoluto respeito a democracia é que nos fará buscar juntos os resultados práticos para o Brasil", disse. Pacheco disse ser preciso olhar para as reais necessidades da população brasileira. "É inútil fechar os olhos para a realidade". O parlamentar ressaltou que a pandemia de covid-19 reforçou a importância do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Judiciário. Defendeu o avanço de pautas da segurança pública, do combate à corrupção e da administração pública. Pacheco disse ainda que dedicará igual atenção às 27 unidades da federação e que se compromete a ouvir todas as forças políticas. Pacheco derrotou sua principal adversária Simone Tebet (MDB-MS), abandonada pelo seu próprio partido na reta final. A eleição para a presidência das Casas Legislativas foi realizada nesta segunda-feira (1°) de forma presencial, apesar da pandemia de coronavírus. Pacheco está no seu primeiro mandato como Senador, ele votou com o governo Federal em 92% das votações, segundo os dados do Radar do Congresso. A expectativa do Planalto é que com sua eleição pautas do governo avancem do Congresso Nacional. >Mercado inibe Maia a despachar impeachment, diz aliado >Arthur Lira, candidato de Bolsonaro, lidera faltas na Câmara
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