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Aliados pretendem ir ao STF contra CPI restrita à Petrobras

9/4/2014
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[caption id="attachment_126335" align="alignleft" width="285" caption="Gleisi alega que pedido da oposição menciona quatro diferentes suspeitas de irregularidades para investigação"][fotografo]Ag. Senado[/fotografo][/caption]Ex-ministra da Casa Civil, a senadora Gleisi Hoffman (PT-PR) anunciou nesta quarta-feira (9) que a base aliada ao governo vai ao Supremo Tribunal Federal (STF) na tentativa de suspender a possível instalação de uma CPI restrita a supostas irregularidades na Petrobras. Em sessão na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, Gleisi voltou a argumentar que não há “fato determinado” que justifique a instalação de uma CPI como querem os oposicionistas. "Apresentaremos um mandado e segurança com base nos mesmos argumentos [da oposição] para que se conceda uma liminar para suspender a comissão por não atendimento de requisito constitucional", disse Gleisi. Ontem, os oposicionistas apresentaram ao STF um mandado de segurança, com pedido de liminar, para que a corte determine a instalação de uma CPI para que sejam investigadas somente questões envolvendo a Petrobras, incluindo a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, suspeita de pagamento de propina a funcionários da estatal e supostas irregularidades no lançamento de plataformas e nas obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Os aliados do Palácio do Planalto dizem aceitar uma CPI, desde que a apuração abranja temas que atingem os prováveis adversários da presidente Dilma Rousseff nas eleições de outubro, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB). O mandado de segurança do PT deve ser protocolado na tarde desta quarta-feira. Mais sobre Petrobras Nosso jornalismo precisa da sua assinatura
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