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Casa Civil cancela reunião sobre enfrentamento da variante Ômicron

Segundo fontes ligadas à Anvisa, não há previsão de nova data ou motivos do cancelamento da reunião para enfrentar variante

6/12/2021
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Mais de 100 mil aguardam seus passaportes na fila de espera. Foto: Reprodução
A Casa Civil da Presidência da República cancelou a reunião interministerial em que seriam debatidas as decisões a serem tomadas para impedir a entrada de pessoas contaminadas com a variante Ômicron do coronavírus no Brasil. Segundo fontes ligadas à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a causa do cancelamento não foi informada aos ministérios, e muito menos um indicativo de nova data para a reunião. O encontro anunciado publicamente pela Casa Civil estava previsto para acontecer na tarde desta segunda-feira. Os líderes das pastas foram convocados para deliberar sobre medidas propostas pela Anvisa, entre elas a implementação de exigência do certificado de vacina contra a Covid-19 para entrar no país e o bloqueio de imigrantes da África do Sul e países vizinhos, onde foram localizados os primeiros surtos da nova variante. O conteúdo deste texto foi publicado antes no Congresso em Foco Insider, serviço exclusivo de informações sobre política e economia do Congresso em Foco. Para assinar, entre em contato com comercial@congressoemfoco.com.br. As principais propostas da agência enfrentam forte resistência do presidente Jair Bolsonaro, que no último domingo (05) declarou estar trabalhando em uma medida provisória para dar ao Governo Federal o monopólio sobre a determinação de exigência do passaporte vacinal, bem como sobre a obrigatoriedade da vacinação contra a covid-19. O passaporte vacinal já é exigido em ao menos 16 capitais pelo país, incluindo Brasília e São Paulo, e as restrições de voos para evitar a proliferação da Ômicron já são realidade em ao menos 78 países no mundo. Enquanto a Anvisa defende tais medidas como ferramentas para evitar novos surtos da Covid-19, Jair Bolsonaro considera a vacinação como uma escolha do cidadão, e considera autoritárias medidas que possam criar qualquer tipo de obrigatoriedade. > Ministérios vão discutir passaporte vacinal com a Anvisa  > Bolsonaro prepara MP para que governo federal decida sobre passaporte vacinal
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