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Rio e outras 19 capitais cancelam festa de réveillon

Vinte capitais anunciaram o cancelamento total ou parcial das festividades de ano novo. O principal motivo é o surgimento da nova variante Ômicron, descoberta nas últimas semanas.

4/12/2021
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Foto: Gabriel Monteiro/Secom
Na manhã deste sábado, o prefeito Eduardo Paes, do Rio de Janeiro, anunciou o cancelamento da celebração oficial do réveillon na capital fluminense. Assim, o Rio se junta a outras 19 capitais que também desistiram dos festejos de Ano Novo. Além do Rio, tomaram essa decisão as seguintes capitais: Aracaju, Belém, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Florianópolis, Fortaleza, João Pessoa, Macapá, Maceió, Natal, Palmas, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo, São Luís, Teresina e Vitória. Em comunicado, o prefeito carioca afirmou que o comitê científico do Rio de Janeiro não aprovou a festividade. “Respeitamos a ciência. Como são opiniões divergentes entre comitês científicos, vamos sempre ficar com a mais restritiva. O comitê da prefeitura diz que pode. O do Estado diz que não. Então não pode. Vamos cancelar dessa forma a celebração oficial do réveillon do Rio”, escreveu Paes. Paes diz que a decisão foi tomada com tristeza, mas que é dever do Estado respeitar que não é possível a comemoração sem a garantia das autoridades sanitárias. "Infelizmente não temos como organizar uma festa dessa dimensão, em que temos muitos gastos e logística envolvidos, sem o mínimo de tempo para preparação", declarou. "Você vai ter 15 minutos sem fogos na Praia de Copacabana, mas a cidade continua mágica, incrível, receptiva, linda, maravilhosa. Os turistas vacinados serão muito bem-vindos ao Rio de Janeiro, até porque a gente está cobrando na hora que eles se hospedarem”, explicou o prefeito. O principal motivo para o cancelamento é o surgimento da nova variante Ômicron e a incerteza sobre o cenário epidemiológico. Contudo, a maioria dos anúncios feitos pelas capitais não veio acompanhado de novas medidas restritivas. Festas particulares continuam permitidas. Ômicron deve gerar preocupação, mas não alarmismo, dizem virologistas
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