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Congresso em Foco
7/5/2015 | Atualizado às 12:20
[fotografo]Jane de Araujo/Ag. Senado[/fotografo][/caption]Em nota oficial, o líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO), pediu "desculpas" em nome do partido pela posição de oito deputados da sigla que colaboraram para a aprovação do texto-base da MP 655/14, que torna mais rigoroso o acesso a direitos trabalhistas ao alterar regras de concessão de benefícios como o seguro-desemprego. A MP foi aprovada, na noite desta quarta-feira (7), por um placar apertado: 252 votos a 227.
No DEM, votaram contra a orientação da bancada e com o governo os deputados Carlos Melles (MG), Claudio Cajado (BA), Elmar Nascimento (BA), José Carlos Aleluia (BA), Marcelo Aguiar (SP), Mizael Varella (MG), Paulo Azi (BA) e Rodrigo Maia (RJ).
Caiado disse que a "traição" de deputados do DEM comprova a tese de que alguns parlamentares querem "jogar o DEM no colo do governo". "Desde o primeiro momento, alertei que os que defendiam a fusão queriam jogar o Democratas no colo do governo. A votação do arrocho fiscal de ontem comprovou essa tese", disse o senador, fazendo referência ao processo de fusão do Democratas com o PTB.
"Foi deprimente ver o partido agir assim. Cabe a nós pedirmos desculpas por essa traição ao sentimento da população brasileira. Foi algo que nos machucou profundamente, mas nem por isso tira o nosso ânimo e determinação. A sociedade precisa entender que os que ficarem no partido continuarão na oposição", declarou.
"Se os parlamentares que se comprometeram com a oposição tivessem votado contra a MP do PT, teríamos encurtado esse governo e definido um novo rumos para o país. A votação de ontem é o sinal claro do fim do ciclo do PT. Panelaços, faixas e PTrodólares voando pelo plenário. A luta continua. Democratas continuará na oposição", finaliza o senador na nota.
Clique aqui para ver como cada deputado votou
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