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Lula e Alexandre de Moraes começaram a ser monitorados após eleições de 2022

Lula e Moraes eram alvos de um plano de assassinato do grupo composto por quatro militares do Exército e um agente da PF.

21/11/2024
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O presidente e o ministro do Supremo eram alvos dos kids pretos. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil.
O presidente Lula e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal de Federal (STF), começaram a ser monitorados pelos kids pretos logo após as eleições de 2022, de acordo com informações da Polícia Federal (PF). Lula, Moraes e o vice-presidente Geraldo Alckmin eram alvos do grupo composto por quatro militares do Exército e um agente da PF. As investigações revelam que no dia 9 de novembro o líder da ação, general Mário Fernandes, criou o grupo de WhatsAppp "Copa 2022" para articular o golpe. Em seguida, no dia 11 de novembro, Fernandes imprimiu o plano “Punhal Verde e Amarelo” dentro do Palácio do Planalto, sede do Executivo. O documento descreve o passo a passo para executar a ação. No dia seguinte, houve uma reunião entre os kids pretos e o general Braga Netto, na residência do militar que foi candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro. O tenente-coronel Mauro Cid, na época ajudante de ordens da Presidência, também participou do encontro. Na reunião, o grupo foi autorizado a começar o monitoramento de Alexandre de Moraes de 21 a 23 de novembro. Nesta quinta-feira (21), o delator Mauro Cid volta a prestar depoimento à PF. O tenente-coronel é suspeito de descumprir o acordo de delação premiada, pois havia negado ter conhecimento sobre a atuação dos kids pretos. Leia também:  Sâmia Bomfim pede prisão de Bolsonaro ao STF após operação da Polícia Federal Ex-ministro interino de Bolsonaro imprimiu no Planalto plano para matar Lula, aponta PF  
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