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Parlamentares comentam prisão de suspeitos de planejar assassinato de Lula, Alckmin e Moraes

Operação da Polícia Federal prendeu três militares e um agente da corporação que planejavam ação para ocorrer em dezembro de 2023.

19/11/2024
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Gleisi Hoffmann (PT-PR) defendeu que não haja anistia. Foto: divulgação PT
Parlamentares governistas repercutem, nesta terça-feira (19), a operação da Polícia Federal (PF) que teve como alvo militares suspeitos de tramarem o assassinato do presidente Lula, do vice Geraldo Alckmin e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes em uma trama golpista que seria executada em 15 de dezembro de 2022. A operação foi deflagrada para desarticular um grupo de militares, conhecido como “kids pretos”, que planejava um golpe de Estado para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva como presidente do Brasil. Foram presos quatro militares do Exército e um agente da PF. A presidente do PT e deputada Gleisi Hoffmann (PR), foi ao X (antigo Twitter) defender que não haja anistia para quem teve envolvimento com atos antidemocráticos correlatos ao 8 de janeiro de 2023, como propõe um projeto de lei em tramitação. “Um caso extremamente grave! Foram reuniões conspiratórias, descrédito das urnas, desvio de dinheiro para organizar a ida de caravanas bolsonaristas para acampamentos em frente aos quartéis... Lembrem que os 5 são servidores públicos, com o conhecimento técnico-militar que aprenderam através do Estado, atentando contra a democracia e a vida. Esse foi o tamanho da nossa vitória em 2022. Sem anistia!”, escreveu ela. O líder do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), foi outro que repudiou a anistia para quem teve participação em tramas golpistas. Leia também: Senado aprova novas regras para emendas parlamentares. Texto volta à Câmara
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