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Papa defende "reforma profunda" da economia mundial

14/11/2010
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Renata CamargoO Papa Bento XVI defendeu neste domingo (14) uma "reforma profunda" da economia mundial. Após a realização em Seul, na Coréia do Sul, da reunião do G20 - grupo formado pelos países ricos e pelos principais países emergentes, incluindo o Brasil -, o Sumo Pontífice pediu que os países ricos não estabeleçam "alianças que possam causar graves danos" às nações mais pobres.

"A atual crise econômica, que foi analisada nesses dias na reunião do G20, tem que ser encarada com grande seriedade. É preciso reformular o modelo de desenvolvimento econômico global", disse Bento XVI.

O pronunciamento foi feito hoje a milhares de peregrinos na praça São Pedro, no Vaticano. Em sua mensagem semanal aos fiéis, Bento XVI disse que é preciso reativar a agricultura para ajudar "as vítimas da crise econômica mundial".

"A reativação estratégica da agricultura parece crucial. Considero que chegou o momento de voltar a valorizar a agricultura, não de uma forma nostálgica, mas como fonte indispensável para o futuro", afirmou.

Bento XVI criticou que, apesar da crise econômica, "os países industrializados incentivam estilos de vida dominados pelo consumismo". O papa propôs ainda "um novo equilíbrio entre agricultura, indústria e serviços para que o desenvolvimento seja sustentável".

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