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Simon volta a pedir o afastamento de Sarney da Presidência do Senado

25/6/2009
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Rodolfo Torres

O senador Pedro Simon (PMDB-RS) voltou a pedir nesta quinta-feira (25) o afastamento do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Segundo o parlamentar gaúcho, esse seria o “ato de grandeza” do ex-presidente da República diante da crise pela qual passa o Senado.

“Para o bem dele, da família dele, de sua história e do Senado”, avalia Simon, ressaltando que a cada dia a imprensa revela novos fatos que comprometem ainda mais o peemedebista. Na terça-feira (23), juntamente com outros senadores, Simon pediu o afastamento de Sarney. 

“Não há um lugar mais triste para nós estarmos do que o Senado”, desabafou o peemedebista, explicando que todos os senadores têm culpa pela atual fase das instituição. “Ninguém pode atirar a primeira pedra. Há uma responsabilidade coletiva.”

Aparteando Pedro Simon, o primeiro secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), afirmou que a culpa pela atual fase do é de Pedro Simon, uma vez que ele não aceitou ser o candidato suprapartidário para a Presidência do Senado.

Simon explicou que levou a sugestão à sua bancada, que o deixou “falando sozinho”. Heráclito ressaltou que José Sarney está apoiando todas as investigações internas do Senado e que, atualmente, ocupa uma função de “delegado”.

Simon, por sua vez, destacou que a Casa poderia criar um “movimento de endeusamento de Sarney, mas ele fora da Presidência do Senado”. 

Por sua vez, Sarney afirmou que existe uma campanha midiática para atingi-lo. Em nota oficial distribuída à imprensa, o presidente do Senado afirmou que as acusações feitas pelo jornal O Estado de S. Paulo, que colocou seu neto, o economista José Adriano Cordeiro Sarney, como operador de crédito consignado na Casa, devem-se à sua posição política "nunca ocultada, de apoio ao presidente Lula e seu governo". (leia mais)

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