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A íntegra das notas de José Sarney e Sarney Filho sobre o caso Cachoeira

21/5/2012
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A nota de José Sarney: 1. Ferreirinha já trabalhava no Palácio do Planalto - funcionário cedido pela Infraero - quando o senador José Sarney lá chegou para exercer a presidência. Hoje Ferreirinha atua no aeroporto - em cargo de 4º ou 5º escalão - e pediu a interferência do senador Sarney para uma promoção. É esse o assunto do dialogo em questão. O pedido não foi atendido. 2. A família Sarney não tem negócios com lixo, nem com empresa citada. O senador Sarney não conhece nenhuma das pessoas relacionadas no diálogo em questão. As respostas de Sarney Filho: 1- A família Sarney tem negócios com a Delta, Carlinhos Cachoeira ou com o lobista Dagmar Alves? Qual? Não 2- Qual era a "parte no negócio" que a família gostaria de comprar? A pergunta fica prejudicada pela anterior 3- A família Sarney cuida de empreendimentos na área de resíduos sólidos (lixo)? Não 4- Algum desses projetos usa tecnologia de incineração de lixo da Alemanha? Algum usa tecnogia de incineração por plasma? A pergunta fica prejudicada pela anterior 5- Quem da família toca esses eventuais negócios? Também prejudicada pelas duas anteriores 6- Qual a relação do deputado e de Adriano com Gleyb e Carlinhos Cachoeira? Nenhuma 7- O deputado ou o Adriano ajudaram em algum tipo de pendência no Ibram? Fizeram alguma intermediação entre eles e a direção do Ibram? Não 8- Quem é Eduardo, assessor citado nas conversas obtidas pela PF? Qual a relação dele com Gleyb e Carlinhos Cachoeira? Desconheço 9- Que negócios são esses referidos na gravação da PF?" Desconheço Em grampo, Sarney tenta promover aliado de Cachoeira Tudo sobre caso Cachoeira Saiba mais sobre o Congresso em Foco (2 minutos em vídeo)
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