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Dois projetos que tratam da remuneração para organizações jornalísticas por conteúdos compartilhados na internet devem ser pautados só em 2024. O assunto é tema de seminário realizado pelo Congresso em Foco.
Foto: Tumisu/Pixabay
Organizações da sociedade civil repudiaram nesta sexta-feira (17) condenação da jornalista Schirlei Alves, autora de reportagem que revelou o caso Mari Ferrer. A Justiça de Santa Catarina a condenou a um ano de prisão em regime aberto por difamação contra o juiz e o promotor do caso. De acordo com a decisão, Schirlei também terá que pagar R$ 400 mil.
As multas devem ser pagas para o juiz Rudson Marcos e para o promotor Thiago Carriço. Tanto o promotor quanto o juiz processaram a jornalista por danos morais depois de Schirlei revelar os detalhes do caso no site The Intercept Brasil.
"É inadmissível e ultrajante que uma jornalista, no exercício da sua profissão, relatando um grave assunto de interesse público, seja duramente punida e condenada criminalmente por supostamente ofender a honra de funcionários públicos", diz nota das organizações. Leia o texto completo ao fim desta reportagem.
Assinam o documento nove instituições:
- ARTIGO 19 Brasil e América do Sul
- Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji)
- Associação de Jornalismo Digital (Ajor)
- Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj)
- Instituto Tornavoz
- Instituto Vladimir Herzog
- Rede Nacional de Proteção de Jornalistas e Comunicadores
- Repórteres Sem Fronteiras (RSF)
- Associação Fiquem Sabendo