A CPI da Crise Aérea no Senado pediu hoje (21) a quebra dos sigilos fiscal, bancário e telefônico da diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Denise Abreu e de mais nove pessoas ligadas à Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero).
Entre os investigados estão ex-funcionários da Infraero afastados após denúncias de fraudes em licitações nas obras feitas no aeroporto de Congonhas e por problemas ligados à compra de um software que controlava a publicidade nos aeroportos. Muitos deles chegaram a ter o afastamento solicitado pela Controladoria Geral da União (CGU).
Foram quebrados os sigilos a partir de janeiro de 2003 das seguintes pessoas:
Adenauher Figueira Nunes (ex-diretor financeiro da Infraero) Denise Maria Ayres de Abreu (diretora da Anac) Eleuza Terezinha Manzoni dos Santos Lores (ex-diretora de Engenharia da Infraero) Eurico José Bernardo Loyo (ex-assessor da Infraero) José Wellington Moura (ex-diretor comercial da Infraero) Josefina Valle de Oliveira Pinha (procuradora jurídica da Infraero) Marco Antônio Marques de Oliveira (ex-diretor de Administração da Infraero) Roberto Spinelli Júnior (ex-funcionário da Infraero que atuava no aeroporto de Guarulhos) Sandra Helena Draghetta Carvalho (mulher de um dos sócios da empresa Aeromídia) Tércio Ivan de Barros (ex-assessor da Infraero)
Atualizado às 15h49
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