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Castro: CPI precisa entender a razão do caos aéreo

6/5/2007
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O deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), presidente da CPI do Apagão Aéreo, afirmou ontem (5) que está “confortado” ao ver que os primeiros requerimentos apresentados pela oposição apontam exatamente para a investigação do acidente da Gol. “Isso demonstra que até mesmo a oposição concorda conosco. Precisamos , primeiro, entender o que causou o caos aéreo, para depois entrar nas outras questões”, disse. Em relação à metodologia de trabalho da CPI, o parlamentar afirmou que um calendário de três encontros semanais - dois de manhã e um à tarde, às terças, quartas e quintas-feiras -  será proposto na reunião da próxima terça-feira para definir os trabalhos da comissão. A metodologia de convocações e audiências públicas da CPI deverá ser definida pelo relator, o deputado Marco Maia (PT-RS). De acordo com Marcelo Castro, até a última sexta-feira (4) já haviam sido protocolados 29 requerimentos de convocação de autoridades e empresas. Além de pedidos de relatórios e inquéritos. “Considero que esta tática de se restringir, no primeiro momento, ao acidente é a linha mais construtiva, porque foi o acidente que demonstrou o que ocorre no nosso espaço aéreo', afirmou ao repórter Moacir Assunção, do jornal O Estado de S. Paulo. O peemedebista ressaltou que a CPI não será uma comissão chapa branca. “A CPI não é do governo ou da oposição. Ela é uma atividade do Poder Legislativo e os deputados devem, em primeiro lugar, satisfação à sociedade”, declarou. Astronauta na CPI Em relação à convocação do Astronauta Marcos Pontes para depor na CPI, solicitação do deputado Geraldo Thadeu (PPS-MG), o presidente da CPI afirmou ser “um tanto surpreendente”. “Mesmo assim, qualquer pessoa pode ser convocada, e ele foi vítima de atrasos de dez horas em uma viagem recente”, complementou. (Rodolfo Torres)

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