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Congresso em Foco
15/4/2007 8:51
Lobistas querem dissociar a imagem de suas funções da idéia de corrupção, e para isso, querem criar uma associação e até um código de ética. No dia 10 de maio, será lançado informalmente, em Brasília, a Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig).
Tramita no Congresso uma lei que regulamenta o lobby, mas, enquanto ela não é aprovada, um dos líderes da nova entidade, Antônio Marcos Umbelino Lôbo, da consultoria Umbelino Lôbo, afirma vai estipular uma data para a Abrig ser oficializada.
"Queremos deixar claro que o lobby é uma atividade legítima e democrática, porque a imagem que fica é a de que lobista é quem carrega a mala preta", declarou ao jornal O Estado de S.Paulo. De acordo com ele, é importante defender interesses junto aos poderes públicos de forma transparente.
"Acho que a iniciativa de regulamentar a profissão tem de partir da gente mesmo", defende Guilherme Costa, relações institucionais da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Já para Eduardo Ricardo, diretor de relações governamentais da empresa de consultoria Patri, "não existe lobby do bem ou lobby do mal". "Não acredito em auto-regulação. Defendo a tese de que tem de haver uma lei regulamentando a profissão", disse.
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