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Lula embarca nesta quarta-feira para a Cúpula do G7

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva parte na quarta-feira para participar da Cúpula do G7 em Hiroshima, no Japão.

17/5/2023
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Pela oitava vez em sua carreira, Lula fala na abertura de uma Assembleia-Geral da ONU. Expectativa é de discurso pautado no meio ambiente. Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca nesta quarta-feira (17) para o Japão, onde para participar da Cúpula do G7 durante o final de semana em Hiroshima. Após o último comparecimento realizado há 14 anos, esta é a sétima vez que Lula integra o encontro como convidado. O ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, também participa do evento que reúne o bloco países mais ricos e industrializados do mundo (Japão, Reino Unido, França, Itália, Estados Unidos, Canadá e Alemanha). Lula tem encontros bilaterais com o Japão, Indonésia e Índia e ainda busca agenda com a França. O convite chegou ao presidente pelo primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida. Assim como Vietnã, Índia, Indonésia e Austrália, o Brasil compõe o grupo de países que integra a reunião na condição de convidado. Os assuntos debatidos no G7, cuja presidência atual é do Japão, são a guerra entre Rússia e Ucrânia, ações climáticas, equilíbrio energético, saúde pública e inflação. Outro ponto no foco de discussão é a segurança alimentar no planeta. Entidades como o Banco Mundial, União Europeia e Nações Unidas também têm espaço garantido na cúpula. Histórico

Participações do Brasil na cúpula do G7:

  • 2003: Cúpula de Évian-les-Bains, França
  • 2005: Cúpula de Gleneagles, Reino Unido
  • 2006: Cúpula de São Petersburgo, Rússia
  • 2007: Cúpula de Heiligendamm, Alemanha
  • 2008: Cúpula de Hokkaido, Japão
  • 2009: Cúpula de L’Aquila, Itália.
Ainda nesta quarta, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha emitiu uma nota em que alerta os participantes da cúpula dos riscos pelo uso de armas nucleares. Hiroshima, que sedia o evento, foi atacada por bombas atômicas durante a segunda Guerra Mundial, com danos para a humanidade que se estendem até os dias de hoje. “Em prol da sobrevivência da humanidade, devemos livrar o mundo de armas que possam provocar consequências humanitárias catastróficas e danos irreversíveis. Toda a comunidade internacional deve agir de modo imediato e decisivo. Em meio a fortes tensões políticas e novas medidas para expandir arsenais, o risco do uso de armas nucleares é o maior desde os piores momentos da Guerra Fria”, diz o texto assinado pela presidente do CICV, Mirjana Spoljaric, e pelo presidente da Cruz Vermelha Japonesa, Atsushi Seike.
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