Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Artigos >
  3. Economia e sustentabilidade caminham juntas | Congresso em Foco

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

Economia e meio ambiente

Economia e sustentabilidade caminham juntas

"Uma abordagem regenerativa para nossos sistemas de alimentos, água e oceanos poderia liberar o potencial de unir crescimento econômico e sustentabilidade ambiental", escreve Victor Bicca

Victor Bicca

Victor Bicca

26/1/2023 9:39

A-A+
COMPARTILHE ESTE ARTIGO

Avançar em direção a uma economia mais positiva para o meio ambiente em áreas como agricultura regenerativa, economia florestal, meio ambiente e design de infraestrutura e circularidade de recursos pode adicionar US$ 10,1 trilhões em oportunidades de negócios e criar 400 milhões de empregos globalmente até 2030. Foto: Divulgação/Ideflorbio (Pará)

Avançar em direção a uma economia mais positiva para o meio ambiente em áreas como agricultura regenerativa, economia florestal, meio ambiente e design de infraestrutura e circularidade de recursos pode adicionar US$ 10,1 trilhões em oportunidades de negócios e criar 400 milhões de empregos globalmente até 2030. Foto: Divulgação/Ideflorbio (Pará)
A agenda econômica, mais do que nunca, está atrelada à pauta ambiental. Ficou evidente no Fórum Econômico Mundial, que ocorreu na última semana, em Davos, na Suíça, a preocupação de tomadores de decisão em todo o mundo sobre como conciliar crescimento com a urgência da crise climática. Acompanhei alguns dos inúmeros painéis sobre as medidas imediatas que devemos tomar para criar uma economia positiva para o meio ambiente e fica claro que abordar as emissões de carbono e as mudanças climáticas em fóruns como Davos é importantíssimo, mas não é suficiente. Como disse a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, é preciso agilidade para aproveitar estas oportunidades que estão surgindo desde a COP27, no Egito, realizada em 2022. É necessário que governos e empresas dediquem recursos e capital para desenvolver estratégias, construir parcerias e implementar estruturas para medir o desempenho e acompanhar o progresso. Promessas e compromissos precisam ser traduzidos em planos e ações concretas, algo que o setor de bebidas não alcoólicas se empenha e realiza há anos. Há um benefício evidente em investir na natureza. Avançar em direção a uma economia mais positiva para o meio ambiente em áreas como agricultura regenerativa, economia florestal, meio ambiente e design de infraestrutura e circularidade de recursos pode adicionar US$ 10,1 trilhões em oportunidades de negócios e criar 400 milhões de empregos globalmente até 2030, segundo divulgou o site oficial do Fórum Econômico. Como os líderes têm defendido em Davos, uma abordagem regenerativa para nossos sistemas de alimentos, água e oceanos poderia liberar o potencial de unir crescimento econômico e sustentabilidade ambiental, especialmente entre economias emergentes e em desenvolvimento. Em entrevista a jornalistas em Davos, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a “sustentabilidade ambiental ganhou uma dimensão na qual o Brasil tem muito a oferecer, não só de retomada de compromissos históricos de combate ao desmatamento e reforço de energia renovável, mas também na pauta do desenvolvimento. Podemos pensar na reindustrialização do Brasil com base na sustentabilidade”. O setor de não alcoólicos no país tem feito a sua parte e atuado com o Ministério do Meio Ambiente em iniciativas reconhecidas internacionalmente. Como setor, inclusive, assinamos recentemente com o ministério um protocolo de intenções para colaborar com as discussões para a elaboração do Plano Nacional de Mudança do Clima (PNMC). Para chegar lá, as fábricas têm investido em tecnologias e equipamentos para aumentar a eficiência energética nas operações. Também lançamos no ano passado a campanha Crie Esse Hábito, fruto de acordo de cooperação com o Ministério do Meio Ambiente, com objetivo de auxiliar a população no descarte consciente das embalagens em casa. E por falar em resíduos sólidos, nosso setor se destaca por ser um dos maiores usuários de embalagens recicláveis. Inclusive, juntamente com a Associação Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis (Ancat), assinamos, no fim do ano passado, um protocolo de intenções com o objetivo de incentivar a economia circular de embalagens em geral, em consonância com as premissas estabelecidas na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Essa parceria ajuda a promover o crescimento econômico, gerando mais renda para os catadores e suas famílias. Além de evolução contínua das embalagens para maior reciclabilidade, nossas associadas também estão atuando na ampliação do portfólio de embalagens retornáveis, que reduzem a produção de resíduos sólidos. A redução na quantidade de água utilizada na produção de bebidas não alcoólicas é outro ponto que temos acompanhado com muita atenção, assim como a proteção da floresta amazônica, por meio de projetos, por exemplo, de produção sustentável do guaraná. A agenda ESG está no DNA de nossas 71 empresas associadas, de norte a sul do país! Lançamos, inclusive, uma premiação para destacar e amplificar as inúmeras iniciativas das empresas, o nosso Prêmio ABIR. É claro que muito ainda precisa ser feito. Sem dúvida, o caminho para um mundo mais sustentável passa por pragmatismo, agilidade, união e uma abordagem global e econômica. Só assim conseguiremos progredir na restauração de nosso planeta e proteger nosso futuro. O Brasil e o mundo podem contar sempre com o setor de bebidas não alcoólicas! O texto acima expressa a visão de quem o assina, não necessariamente do Congresso em Foco. Se você quer publicar algo sobre o mesmo tema, mas com um diferente ponto de vista, envie sua sugestão de texto para [email protected].
Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

Marina Silva sustentabilidade Fernando Haddad fórum econômico mundial Davos Abir Victor Bicca COP27

Temas

Fórum Economia Opinião País
ARTIGOS MAIS LIDOS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES