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Conflitos globais

Entre a Venezuela escravizada e o Hamas assassino: a escolha moral da extrema-esquerda

O silêncio sobre a Venezuela e a relativização do terrorismo revelam a falência moral de setores da extrema-esquerda.

Henrique Alves da Rocha

Henrique Alves da Rocha

6/1/2026 15:00

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Quando a ideologia vale mais que a vida, o terror vira "contexto político".

A seletividade moral tornou-se uma marca registrada de setores da extrema-esquerda brasileira, aqui chamada sem rodeios de lulofascista. Os mesmos grupos que se dizem defensores dos "direitos humanos" e da "libertação dos povos" silenciam, convenientemente, diante da tragédia venezuelana, onde uma ditadura mantém seu povo na miséria, no exílio e sob repressão sistemática. Para esses militantes, a dor do povo venezuelano simplesmente não serve à narrativa ideológica.

Essa hipocrisia ficou ainda mais evidente após os ataques terroristas do Hamas em 7 de outubro de 2023. Enquanto civis judeus, entre idosos, mulheres e crianças, foram assassinados, queimados, estuprados e decapitados, o silêncio foi ensurdecedor ou, pior, substituído por justificativas cínicas travestidas de "contexto geopolítico". O terrorismo, quando praticado contra judeus e Israel, passou a ser relativizado por aqueles que se autoproclamam arautos da justiça.

Ao relativizar crimes na Venezuela e os ataques do Hamas, a ideologia passa a valer mais que a vida humana.

Ao relativizar crimes na Venezuela e os ataques do Hamas, a ideologia passa a valer mais que a vida humana.Pedro Ladeira/Folhapress

Não se trata de crítica a Israel ou de solidariedade ao povo palestino, algo legítimo em qualquer democracia. Trata-se de denunciar a conivência moral com o terror e a incapacidade de condenar crimes bárbaros quando eles não se encaixam na cartilha ideológica. Quem escolhe vítimas conforme conveniências políticas não defende direitos humanos, apenas instrumentaliza a dor alheia.

Essa postura revela que, para essa extrema-esquerda, a ideologia vale mais que a vida. E quando a ideologia se sobrepõe à humanidade, o resultado não é justiça social, mas cumplicidade com a barbárie.

Condenar à prisão do narcoterrorista Nicolás Maduro pelos Estados Unidos é desrespeitar a dor do povo venezuelano.


O texto acima expressa a visão de quem o assina, não necessariamente do Congresso em Foco. Se você quer publicar algo sobre o mesmo tema, mas com um diferente ponto de vista, envie sua sugestão de texto para [email protected].

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