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Colunistas e sem colunas

Autoria e responsabilidade de Dr. Rosinha

27/5/2014 | Atualizado às 13:33

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O ministro Gilberto Carvalho, na semana passada, em reunião com blogueiros, declarou que o Brasil de muitas colunas políticas é outro, diferente daquele do dia a dia do povo. Essa frase foi o suficiente para que muitos colunistas e jornalistas sem colunas fizessem uma grande gritaria repelindo a frase do ministro e tentando justificar que o Brasil é, sim, o que eles escrevem. Eles querem que o Brasil seja aquele e aquilo que eles escrevem a mando de interesses pessoais e corporativos, às vezes, inclusive estrangeiros, e não o Brasil que eles vivem. E mais, muitas vezes o colunista, ou aquele que não tem coluna, escreve a mentira porque precisa garantir o pão nosso (o dele, no caso) de cada dia. Esse bombardeio de mentiras, desinformações e distorções do real vai dia a dia corroendo a capacidade de raciocínio de muitas pessoas e construindo uma falsa realidade. Não que as pessoas não pensem, mas é que, na prática, com muitas, ocorre aquilo que Joseph Goebbels dizia "Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade". Muitos colunistas e muitos sem colunas sabem disso. As mentiras e a manipulação são tantas contra o governo do PT (Lula e Dilma) que muitas pessoas estão sendo levadas a odiar o PT e os petistas. Para chegar a esta conclusão, basta acessar a internet e ouvir algumas rádios pelo interior do nosso país. Se quiser fazer o teste, basta ver os comentários que provavelmente serão feitos a respeito deste artigo. O ódio é tanto que não permite sequer um debate franco, pois quem odeia tem olhar e audição obtusa. Tão obtusa que até o comentarista e colunista esportivo Juca Kfouri foi vítima. Kfouri (tem coluna e não se dobra) jantou com a presidente Dilma e, sobre o jantar fez alguns comentários numa de suas colunas. Um dos comentários foi que a achou "pop". Foi o suficiente para sofrer vários ataques odiosos, como um reproduzido pelo colunista no artigo "Com ódio e com medo", Folha de S. Paulo (uma das construtoras do ódio) de 22 de maio de 2014. Juca reproduziu o seguinte comentário: "Jantou com Dilma? Petralha sem vergonha, você nunca me enganou. Vendeu-se por uma boca livre". Primeiro: essa pessoa não conhece o Juca Kfouri. Segundo: será que a pessoa que fez o comentário pensou antes de fazê-lo ou simplesmente reproduziu o ódio de colunistas e sem colunas? Neste ano de eleições, o nível de mentiras contra o PT (Lula e Dilma) aumentou e consequentemente cresceram, por parte dos que não pensam e se deixam conduzir pelos Goebbels (com ou sem colunas), a intolerância e o ódio. A melhor forma de se opor a isso é pensar e pensar o simples: como era o Brasil antes do PT (Lula e Dilma). Não farei um longo texto comparando, mas um simples para os que sem ódio raciocinem. O Brasil de 2002, antes do PT (Lula e Dilma), era o país da inflação e do desemprego. A inflação de 2002 foi de 12,5%. Nos nossos governos, ela ficou sempre dentro da meta estabelecida de 6,5% ao ano. Era o país do desemprego: FHC gerou 780 mil empregos. Lula e Dilma mais de 20 milhões. O Brasil era o país sem oportunidades, pois até cursos técnicos tinham sido proibidos por decreto de FHC (PSDB/DEM, na época PFL). No governo do PT, foram abertas e estão funcionando mais de 400 escolas técnicas. Nesse quesito, não comparo com o governo FHC, pois o número de escolas abertas é três vezes maior do que o número de escolas abertas no século anterior ao governo do PT. O Programa Universidade para Todos, ProUni, criado no governo Lula, já formou 400 mil estudantes e ofertou, no total, 1 milhão e 270 mil bolsas. Cerca de 635 mil foram destinadas a negros. Apesar de os negros serem mais de 50% da população brasileira, eles tinham pouco acesso à Universidade. Acredito que parte do ódio dedicado ao PT (Lula e Dilma) é ódio de classe: um operário fez mais pelo povo brasileiro do que os doutores. É ódio de gênero: uma mulher está fazendo mais pelo povo brasileiro do que muitos machões. É ódio racial por não tolerar o direito dos negros e negras à universidade. Mais sobre eleições 2014 Nosso jornalismo precisa da sua assinatura
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