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Miriam Moura
Miriam Moura
22/6/2017 | Atualizado às 19:09
[fotografo]Reprodução[/fotografo][/caption]Outro coquetel clássico também feito com espumante é o Kir Royal (champanhe e licor de cassis). Teria sido criado por Canon Felix Kir, na França. Se for feito com vinho branco seco o nome é apenas Kir.
Essas lembranças e informações sobre a origem de drinques e bebidinhas que sempre nos acompanham nos bons momentos são para falar de uma que está muito em moda por aqui e em várias outras cidades. É o Aperol Spritz, versão famosa de uma das misturas possíveis feitas com o licor aperitivo italiano feito de raízes.
A receita do Aperol Spritz é tão simples como deliciosa: em uma taça com gelo e uma fatia de laranja coloque 3 partes de prosecco (pode ser espumante), 2 partes de Aperol e uma parte de água com gás. "Voilá" seu drinque colorido e refrescante, além de muito, muito charmoso! Há muitas outras misturas possíveis e tentadoras, que costumam levar o nome do barman-criador. Tenho certeza de que todas merecem ser provadas em qualquer estação do ano.
Eu poderia falar de tantas outras delícias líquidas que se tornaram clássicos e símbolo do "savoir vivre". Há o Mojito, feito à base de rum, o coquetel preferido do escritor Ernest Hemingway. É um mix de rum, suco de limão, açúcar, folhas de hortelã e soda. E também a conhecida Marguerita, feita com tequila, acrescida de Cointreau e suco de limão e servida com uma franja de sal. Sua origem tem muitas versões, algumas lendárias. Seria a homenagem de um bartender ao nome da senhorita que o inspirou. Se não é a história verdadeira, é muito romântica! "Tim-tim!"
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