Entrar
Cadastro
Entrar
Publicidade
Publicidade
Receba notícias do Congresso em Foco:
Miriam Moura
Miriam Moura
1/6/2017 | Atualizado às 18:13
[/caption]
O mais badalado bar de vinho da capital é o IVV Swine Bar, na 314 Norte, onde os vinhos podem ser degustados com petiscos de porco (o nome é uma brincadeira de "swine", porco em inglês, com a palavra "wine", vinho). A casa é descolada e vive lotada, inverno, verão e meia-estação. O sommelier Eduardo Nobre conseguiu a proeza de deixar o lugar convidativo para amantes de vinhos de qualquer idade. É loja, clube e bar e um dos meus locais preferidos em Brasília. Valorizo especialmente a atitude simpática do IVV oferecer como cortesia, a garrafa de água filtrada.
Inaugurado recentemente na 301 do Sudoeste, o La Cave se apresenta como um espaço intimista e romântico, carta de vinhos variada e petiscos gourmets. Os empresários jovens, Marco Túlio Correa e Igor Soares, projetaram o lugar não só para os discípulos de Baco, mas também como opção de drinks requintados e comidinhas elaboradas.
O surgimento de lugares especiais e profissionais para se provar um bom vinho é a melhor maneira de alavancar o consumo da bebida, que ainda está em níveis modestos por aqui. Nos países do velho mundo, com cultura secular de enologia, os campeões são a França (42,5 litros/ano); Portugal (41,7) e Itália (33,3).
Segundo o Anuário do Vinho do Brasil (edição de 2015), aqui são consumidos dois litros por habitante. Bem menos do que os vizinhos Chile e Argentina, que consomem 17,4 e 23,4 litros respectivamente. Mas devagar, de taça em taça, a gente um dia chega lá!
Mais sobre gastronomiaTags
Temas
Judiciário
Cultura e sociedade
Clima e energia