Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Colunas >
  3. A "nouvelle cuisine" perde seu criador, Paul Bocuse | Congresso em Foco

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News
LEIA TAMBÉM

Miriam Moura

Desafios de líderes para sobreviver na crise e preservar a reputação corporativa

Miriam Moura

Chefs no B: momentos especiais da alta gastronomia em Brasília

Miriam Moura

Quais são os cafés preferidos do brasiliense?

Miriam Moura

Chefs tentam novos formatos de restaurantes para driblar a crise

Miriam Moura

Alguém já provou refeição de bordo com sabor?

A "nouvelle cuisine" perde seu criador, Paul Bocuse

Miriam Moura

Miriam Moura

25/1/2018 | Atualizado às 15:12

A-A+
COMPARTILHE ESTA COLUNA

"Seu restaurante ostentou por mais de 50 anos três estrelas do Guia Michelin"
Ele mereceu muitas homenagens. Paul Bocuse é quase um sinônimo de alta gastronomia moderna. Inventor da “nouvelle cuisine”, também conhecido como o “papa da cozinha francesa”. Não há chef contemporâneo que não tenha sido, de alguma forma, inspirado por ele. Todos beberam de sua talentosa fonte criativa, de sua constante inovação e enorme paixão pela culinária. “A gastronomia está de luto. Que nossos chefs nos quatro cantos do mundo cultivem os frutos de sua paixão”, afirmou o ministro francês do interior, Gérard Collomb. Cultivemos, pois, todos nós que também cultuamos a culinária, a arte de elevar o ingrediente vindo da terra às alturas da glória. [caption id="attachment_322799" align="alignright" width="300" caption=""Seu restaurante ostentou por mais de 50 anos três estrelas do Guia Michelin""][fotografo]Reprodução[/fotografo][/caption]Durante muito tempo, a expressão “nouvelle cuisine” despertou controvérsias e debates acalorados. O movimento que revolucionou a cozinha francesa pregava leveza nos pratos e valorizava a apresentação. Voilá! Lendo esta semana muitas matérias sobre a trajetória brilhante do grande chef, me deparei com a menção a uma das receitas famosas inventada por Paul Bocuse, a sopa de trufas: uma combinação de trufas, foie gras e caldo de frango. Fiquei com água na boca, só de pensar. Nunca provei, mas posso imaginar a delícia que tal iguaria deve ter sido para os felizardos que a provaram em algum momento. Seu restaurante ostentou por mais de 50 anos três estrelas do Guia Michelin, um privilegio reservado aos deuses, e ele certamente era um deles. Reza a lenda que certa vez, durante entrevista ao jornal “Libération” ele disse: “Tenho três estrelas e sempre tive três mulheres”, referindo-se a seus três casamentos.  Em 1990, fundou, em Lyon, o Instituto Paul Bocuse e também uma competição mundial de cozinha, o “Bocuse D’Or”. Ele foi o chef inspirador do filme “Ratatouille”, uma linda homenagem aos amantes da arte das panelas. “Monsieur Paul”, como era carinhosamente conhecido, morreu aos 91 anos e sofria do mal de Parkinson. “Para mim, Deus morreu”, disse um dono de restaurante em Lyon. O presidente francês, Emannuel Macron, afirmou: “Os chefs choram em suas cozinhas, no Elysée e em toda a França, mas eles continuarão o seu trabalho”. Do mesmo autor:
<< Em 2018, todo o brilho à gastronomia italiana << Queijo com café, uma parceria certeira
Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

Brasília gastronomia Liberation nouvelle cuisine Guia Michelin Ratatouille Bocuse D'Or mal de Parkinson Paul Bocuse

Temas

Reportagem
COLUNAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES