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Rudolfo Lago
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10/10/2011 | Atualizado às 18:32
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Ao conclamar hoje (10), em discurso no Senado, a juventude brasileira a participar das marchas contra a corrupção previstas para a quarta-feira (12) em Brasília e em diversos pontos do país - e mesmo no exterior, está prevista uma manifestação em frente à embaixada do Brasil, em Londres, na Inglaterra -, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) classificou como "dramático" o momento pelo qual passa o Supremo Tribunal Federal (STF). A marcha de Brasília inicia às 10h no Museu da República, na Esplanada dos Ministérios, e encerra em frente ao prédio do STF na Praça dos Três Poderes.
A marcha de Brasília se inicia às 10h no Museu da República, na Esplanada dos Ministérios, e encerra em frente ao prédio do STF na Praça dos Três Poderes.
"Nunca, em minha vida, vi embates públicos, ao vivo, entre ministros do Supremo como agora. Nem no tempo da ditadura houve figuras tão controversas. O tribunal está na vitrine e o povo aguarda os julgamentos da validade da lei da Ficha Limpa, do mensalão e do Conselho Nacional de Justiça, cuja autonomia pode ser podada pelo STF", disse Simon.
Na avaliação de Simon, o Congresso fez a sua parte e aprovou a exigência da ficha limpa para o registro de candidaturas. Mas o STF "está titubeando e inventou um pretexto para barrar a lei". Essa medida, resultado de projeto de iniciativa popular que reuniu dois milhões de assinaturas, na opinião do parlamentar "foi o primeiro grande passo para acabar com a impunidade no Brasil".
O senador destaca ainda a responsabilidade que pesará sobre o novo ministro do STF indicado pela presidência da República Dilma Rousseff para integrar o tribunal na vaga da juíza aposentada Ellen Gracie. "O novo ministro terá julgamentos importantes pela frente, e o momento é delicado", acrescenta.Temas
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