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Dólar tem maior alta desde a delação de Joesley e Bolsa cai, em meio à crise entre Maia e o Planalto

Congresso em Foco

Autoria e responsabilidade de Edson Sardinha

22/3/2019 | Atualizado às 18:43

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O dólar chega a R$5,85.[fotografo]ABr[/fotografo]

O dólar chega a R$5,85.[fotografo]ABr[/fotografo]
A semana começou com bons ventos para o governo Bolsonaro no mercado financeiro, mas terminou em temporal. Nesta sexta-feira (22), a Bolsa de Valores caiu e o dólar disparou, atingindo a maior cotação desde o início do mandato do presidente Jair Bolsonaro, em 1º de janeiro. O dólar subiu mais de 2% nesta sexta (ficou em 2,69%) e atingiu pela primeira vez, na gestão Bolsonaro, a marca de R$ 3,90. Desde o início de janeiro, a moeda subiu 0,67%. A menor cotação foi registrada no fim de janeiro (R$ 3,65). Essa é a maior valorização diária da moeda norte-americana desde 18 de maio de 2017, quando disparou 8,15% após a divulgação dos áudios dos executivos da J&F com o então presidente Michel Temer. O valor atingido agora é o mais elevado desde 26 de dezembro de 2018, ainda na gestão Temer, quando fechou em R$ 3,9215. A mudança de tempo se deve, sobretudo, à percepção entre os analistas de que a reforma da Previdência andou para trás nos últimos dias, com a crise instalada entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), considerado o principal articulador político do governo, com o Palácio do Planalto. Também há incertezas sobre a repercussão no Congresso da prisão do ex-presidente Michel Temer. Outro componente associado é a reforma previdenciária dos militares, apresentada na terça, que frustrou a expectativa de geração de economia. O dia também foi de perdas no mercado internacional. O Ibovespa, que atingiu quase 100 mil pontos na segunda, encerrou a semana em 93.735 pontos, uma queda de 3,09%. Outro indicador negativo foi o giro financeiro, que passou hoje dos R$ 20 bilhões, acima da média de R$ 16 bilhões de 2019. Isso, segundo os analistas, aponta para uma liquidação de ativos por parte de investidores. Os papéis da Petrobras e do Banco do Brasil perderam apenas nesta sexta mais de 5% em valor. A semana também foi marcada pela divulgação da pesquisa Ibope que apontou para uma queda acentuada de popularidade de Bolsonaro. A avaliação de seu governo caiu 15 pontos em dois meses e, com 34%, é a menor alcançada por um presidente em primeiro mandato, no mesmo período, desde a redemocratização. >> Bolsonaro perde três de cada dez apoiadores em dois meses, aponta Ibope
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