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Congresso em Foco
8/7/2008 17:06
O deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, negou durante seu depoimento hoje (8) no Conselho de Ética que tivesse qualquer participação no desvio de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
“Duas pessoas falam no telefone em dividir uma parte do Paulinho. João Pedro de Moura é quem citou o meu nome. Não nego que o conhecia, e bem, e ele me visitou várias vezes no meu gabinete, mas nego que tenha participação naquela suposta divisão. Quem não conhece alguém que usou o nome de um familiar para obter vantagem?”, disse o deputado em sua defesa.
O deputado apelou para o coleguismo dos membros do conselho. “Para mim é muito difícil estar aqui nesta cadeira. Quero pedir desculpas se me comportar de forma pouco convencional. Eu acredito na justiça, no homem e em Deus. Aqui eu poderei responder, olhando nos olhos dos meus pares, a todas as insinuações. Quero declarar: sou inocente do que me acusam. Alguns colegas podem ter me achado agressivo e arrogante, e algumas vezes fui mesmo, mas foi pelo meio em que fui criado. Venho pedir: ouça-me e julgue-me com dignidade e paciência”, afirmou.
Paulinho defendeu o advogado Ricardo Tosto, preso pela PF durante a operação. “Quanto ao doutor Ricardo Tosto, um dos advogados mais conceituados do Brasil, as conversas traduzem minha irritação e impaciência com o ocorrido. O doutor Ricardo Tosto acaba de sair da cadeia e espera uma reação de indignidade do amigo”, respondeu sobre as escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal no dia da prisão do advogado. Tosto é conhecido por defender o ex-prefeito e agora deputado Paulo Maluf (PP-SP) e também integrava o conselho do BNDES, representando a Força Sindical. (Tatiana Damasceno)
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