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Irmão de Celso Daniel propõe detector de mentiras a Gilberto Carvalho

Congresso em Foco

26/10/2005 | Atualizado 27/10/2005 às 0:04

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O irmão mais velho do prefeito assassinado Celso Daniel, João Francisco Daniel, desafiou há pouco o chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, a se submeter a um detector de mentiras. Os dois, além de Bruno Daniel, outro irmão do prefeito assassinado, estão na CPI dos Bingos, onde se enfrentam em uma acareação.



Depois de ouvir Gilberto dizer que o PT não tinha motivos para abafar as investigações acerca da morte de Celso Daniel, João Francisco ficou irritado e atacou o chefe de gabinete. "Vamos acabar com essa palhaçada. Eu desafio o senhor a se submeter a um teste de polígrafo. Mas tem de ser um teste de polígrafo internacional, porque eu não confio nos organismos nacionais", disparou.



O polígrafo é um aparelho utilizado por vários órgãos de investigação que registra alterações físicas quando pessoas estão sob pressão, como oscilações no batimento cardíaco, pressão arterial e respiração. Alguns especialistas são treinados para identificar essas alterações como indícios de que o interrogado possa estar mentindo. Porém, os resultados do teste não são totalmente precisos.



João Francisco frisou ainda que tentou por várias vezes levantar fatos que pudessem desvendar o mistério em torno do assassinato do prefeito. Disse que, apesar das conclusões do inquérito, nunca concordou com a hipótese de que o crime não foi motivado por questões políticas. Em seguida, lembrou da convivência que tinha com o irmão.



"Eu amo e sempre amei meu irmão Celso. Tenho álbuns de aniversários que o Celso comemorou na minha casa. O senhor não imagina o meu sentimento por meu irmão, para fazer tudo o que fiz e que estou fazendo aqui por ele", afirmou.



Celso Daniel foi assassinado em 2002, quando era prefeito de Santo André. Ele foi seqüestrado depois de sair de um restaurante onde havia jantado e foi encontrado morto no dia seguinte em um matagal. Na época, a polícia considerou a hipótese de crime comum como a mais plausível. Porém, depois das denúncias de caixa dois envolvendo o PT, o caso voltou à tona, sob a suspeita de motivações políticas.

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