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Base desaliada favorece Nonô

Congresso em Foco

22/9/2005 | Atualizado às 8:10

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Passados sete meses, o roteiro se repete: o PT lança como candidato à presidência da Câmara um nome que não tem apoio da base aliada. O partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu apresentar ontem o líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), como alternativa para a sucessão de Severino Cavalcanti (PP-PE). Os líderes do PSB e do PCdoB defenderam a escolha de um candidato de outro partido da base. A eleição do novo presidente da Câmara vai ocorrer na quinta-feira da próxima semana (29).

A avaliação dos aliados é de que, com o acirramento da crise política e a proximidade do calendário eleitoral, não há chance de um petista chegar ao comando da Casa, e o desfecho dessa história seria semelhante à ocorrida em fevereiro, quando o deputado Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP), sem o apoio da base aliada, caiu diante de Severino. O cenário desta vez, no entanto, é mais nebuloso. Não bastassem os escândalos envolvendo o governo Lula, PSDB e PFL caminham juntos agora em torno da candidatura de José Thomaz Nonô (PFL-AL). É o presidente da Câmara que dá prosseguimento ou não aos pedidos de impeachment do presidente da República.

A situação é tão complicada que o próprio Chinaglia admitiu, logo após a reunião da bancada do PT que confirmou seu nome, abrir mão da candidatura para evitar nova derrota do governo. "Temos que estar abertos para tomar outra decisão, pois não podemos perder", afirmou. Nesse caso, a alternativa seria o presidente do PMDB, deputado Michel Temer (SP), que já presidiu a Casa por quatro anos.

Tucanos e pefelistas contam com o apoio de boa parte das bancadas do PPS, do PDT e do PV e namoram com o PMDB. Em troca do apoio ao nome de Nonô, oferecem a vice-presidência, hoje ocupada pelo próprio deputado alagoano, aos peemedebistas. Outros dois partidos lançaram candidatos ontem: o PTB apresentou Luiz Antonio Fleury (SP) enquanto o PP fechou em torno de Francisco Dornelles (RJ). O vice-líder do governo na Câmara Beto Albuquerque (PSB-RS) é outro candidato que corre por fora na sucessão de Severino.

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