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"Arrependidos" explicam retirada de apoio à CPI

Congresso em Foco

20/6/2007 | Atualizado às 18:19

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 O Congresso em Foco ouviu dois dos quatro deputados “arrependidos”, que retiraram os seus nomes do requerimento de criação da CPI da Navalha, o que enterra a comissão parlamentar que propunha investigar irregularidades em obras públicas, desbaratadas pela Polícia Federal (PF) na Operação Navalha. São eles: Clodovil Hernandes (PTC-SP), Edigar Mão Branca (PV-MG), Vinícius Carvalho (PTdoB-RJ) e Ribamar Alves (PSB-MA) (leia mais).  

Segundo Edigar Mão Branca, quando “não se quer investigar nada, cria-se uma CPI”. “A comissão parlamentar de inquérito não resolve nada”, disse. Indagado sobre o motivo de assinar o requerimento se a investigação não valeria para nada, o deputado disse que mudou de idéia depois de acompanhar a CPI do Apagão Aéreo, considerada por ele um fracasso. “Olhe o que a gente está vendo nela?”, questionou.

O deputado baiano, famoso por usar um chapéu de couro no plenário, defende que a investigação fique a cargo da Polícia Federal e do Ministério Público e garante que não sofreu pressão da base aliada para retirar o seu nome.

Foi o que também falou o deputado Ribamar Alves. “Sempre fui muito independente”, garantiu. Ele admitiu, no entanto, que seu arrependimento em relação à CPI da Navalha está ligado à falta de disposição da oposição do Maranhão, comandada pela família Sarney, de investigar o governador Jackson Lago, apontado pela PF como um dos beneficiadores do esquema. Segundo Ribamar, a CPI perdeu o “seu tempo”. “Não faz mais sentido nenhum”, disse. Ele afirmou ainda que seu gesto não “pegaria mal”. “Não é feio. Sou um homem de convicção”, completou.

O Congresso em Foco não encontrou o deputado Vinícius Carvalho, e aguarda uma resposta da assessoria de imprensa de Clodovil Hernandes, que está em São Paulo, de licença médica, recuperando-se de um acidente vascular cerebral. (Lucas Ferraz)   

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