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CPI dos Bingos aprova relatório, e adia emendas

Congresso em Foco

31/1/2006 | Atualizado às 12:59

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A CPI dos Bingos aprovou há pouco o texto-básico do relatório do senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) sobre o contrato da Caixa Econômica Federal com a multinacional Gtech. Os senadores decidiram adiar a votação das emendas. A data, porém, ainda não confirmada. Entre elas, está a que pede a exclusão do atual presidente da Caixa, Jorge Mattoso, e dos seus antecessores Emilio Carazzai e Sérgio Cutollo do relatório. Outro destaque pede o indiciamento do ministro da Fazenda, Antonio Palocci.

Em seu parecer, Garibaldi sugere o indiciamento de 34 pessoas que, direta ou indiretamente, teriam participado da renovação do contrato de R$ 650 milhões do banco com a multinacional de loterias. Com a decisão de adiar a análise das emendas, a oposição evita o desgaste de ter de votar a favor de Palocci. Por outro lado, os governistas comemoram a manutenção do nome de ex-dirigentes da Caixa no relatório.

Entre os citados no texto, estão três ex-assessores de Palocci. São eles: Ademirson Ariovaldo da Silva, Wladimir Poleto e Rogério Buratti, que foram auxiliares de Palocci em Ribeirão Preto. Garibaldi também responsabiliza o ex-assessor da Casa Civil Waldomiro Diniz.

As irregularidades apontadas pelo relator vão desde o direcionamento da licitação para implantação de um modelo on-line de loteria e até a criação de dependência tecnológica entre a Caixa e a Gtech. Garibaldi também destaca que encontrou indícios de pagamentos de propina a pessoas ligadas a agentes públicos na renovação do contrato em 2003. Segundo ele, ainda houve sucessivos aumentos dos valores dos contratos acima do permitido por lei.

O relator propõe ainda a votação de um decreto legislativo que pede a suspensão do contrato firmado entre a Caixa Econômica Federal e a GTech, empresa de tecnologia que controla há mais de oito anos os serviços lotéricos. Caso o decreto seja aprovado, o acerto entre o banco e a multinacional será suspenso.
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