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Tumulto

Confusão na Câmara de Porto Alegre deixa vereadores feridos

A ação dos agentes da Guarda Municipal incluiu o uso de balas de borracha, bombas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta.

Congresso em Foco

16/10/2025 18:32

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A sessão plenária da Câmara Municipal de Porto Alegre foi suspensa nesta quarta-feira (15) após um confronto entre a Guarda Municipal e manifestantes que tentavam entrar no prédio para acompanhar as votações. A ação dos agentes incluiu o uso de balas de borracha, bombas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta, atingindo vereadores de oposição e um deputado estadual. As informações são do Jornal Zero Hora.

Segundo relatos públicos de parlamentares, ao menos cinco vereadores — Grazi Oliveira (PSOL), Atena Roveda (PSOL), Giovani Culau (PCdoB), Erick Dênil (PCdoB) e Juliana de Souza (PT) — e o deputado estadual Miguel Rossetto (PT) tiveram ferimentos. Alguns receberam atendimento médico após a dispersão.

O tumulto começou quando manifestantes foram barrados no portão de acesso ao Legislativo. A segurança liberava a entrada em grupos de dez pessoas, com revista e retenção de bandeiras e mastros. Após o limite de ocupação das galerias ser atingido, novas entradas foram suspensas.

Inconformado, o grupo tentou ultrapassar as barreiras, chegando ao pátio do prédio. Os portões foram fechados e os guardas se posicionaram na entrada inferior. Vereadores da oposição se dirigiram ao local para intermediar o acesso dos manifestantes, alegando falta de banheiro e água para quem aguardava do lado de fora. Minutos após a chegada dos parlamentares, os agentes iniciaram os disparos.

Giovani Culau afirmou que não esperava "apanhar dentro da Câmara Municipal" e que o pedido era apenas para garantir condições mínimas aos manifestantes. A presidente da Casa, vereadora Comandante Nádia (PL), defendeu a ação da Guarda e disse que a intervenção ocorreu para "garantir a integridade das pessoas e a preservação da ordem". Segundo ela, a Câmara deverá adotar um protocolo mais rígido em sessões com temas sensíveis.

Com a confusão, nenhuma votação foi realizada. Estavam na pauta o projeto que altera o código municipal de limpeza urbana e restringe a atuação de catadores, além da proposta de concessão do Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) à iniciativa privada. A presidente informou que a análise da proposta sobre os catadores será retomada na próxima segunda-feira. Não há data para a deliberação sobre o Dmae.

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