Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Eleições 2026

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosRadarEleições 2026
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. "Não nascerá outro Lula", diz presidente do PT sobre sucessão

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

ELEIÇÕES

"Não nascerá outro Lula", diz presidente do PT sobre sucessão

Para Edinho Silva, Lula é insubstituível e o partido terá de liderar a renovação interna. Ele diz que o Brasil enfrenta crise institucional e precisa recompor a capacidade de diálogo entre os Poderes.

Congresso em Foco

9/12/2025 16:21

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA

O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou nesta terça-feira (9) que "não nascerá outro Lula" e que o Brasil vive um "desarranjo institucional" que exige responsabilidade das forças democráticas. Em conversa com jornalistas, ele disse que a sucessão do presidente Lula será conduzida pelo próprio partido, reforçou que o líder petista disputará a reeleição em 2026 e defendeu uma transição geracional organizada, capaz de enfrentar a ultradireita e recompor a capacidade de diálogo entre os Poderes.

Edinho disse que Lula é um líder político "insubstituível" e "muito acima da média", fruto de um momento histórico que não se repetirá. Por isso, segundo ele, a renovação de lideranças não virá de um novo "fenômeno individual", mas do fortalecimento da própria estrutura partidária. "Não nascerá outro Lula. Não existe nada que indique a repetição desse momento histórico. O substituto do presidente Lula será o partido."

O dirigente argumentou que, após 2026, o PT precisará consolidar novas lideranças nacionais, como o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apontado por ele como o principal nome do partido depois de Lula.

Sucessor de Lula será o próprio PT, diz Edinho Silva. Presidente do partido destaca Haddad como segundo nome mais forte da legenda no país.

Sucessor de Lula será o próprio PT, diz Edinho Silva. Presidente do partido destaca Haddad como segundo nome mais forte da legenda no país.Pedro Ladeira/Folhapress

Leia Mais

"Não dá pra levar candidatura de Flávio Bolsonaro a sério", diz Edinho

Crise institucional e falta de maturidade entre os Poderes

Edinho afirmou que o Brasil enfrenta um desarranjo institucional prolongado, que começou antes da posse de Lula e se agravou pela falta de entendimento entre Executivo, Legislativo e Judiciário. Para ele, a disputa por prerrogativas e a escalada de tensões entre autoridades fragilizam o funcionamento do Estado.

"É um desarranjo institucional que não é pequeno. Há uma invasão de atribuições, há falta de maturidade política. Mesmo quando o presidente chama para conversar, se não houver vontade do Congresso, não há avanço."

Ele defendeu que haja um "pacto mínimo" para recompor a estabilidade institucional e afastar o risco de retrocessos democráticos.

O presidente do PT afirmou que a ameaça autoritária não desapareceu com a derrota de Jair Bolsonaro e descreveu o que chamou de "ultradireita" como uma força política "de inspiração fascista", que cresceu a partir do sentimento antissistema alimentado desde 2013. Segundo ele, essa corrente continuará competitiva em 2026, com ou sem Bolsonaro na disputa.

"Não é uma pessoa. É uma concepção política. Ela estará em disputa em 2026 e precisa ser derrotada."

Para Edinho, o campo democrático deve se unir para impedir retrocessos e preservar o legado institucional e social conquistado desde a Constituição de 1988.

PT aposta em entregas do governo

Edinho afirmou que o foco estratégico do partido é a reeleição de Lula e que o desempenho do governo será o principal ativo eleitoral em 2026. Ele citou programas sociais, obras de infraestrutura e iniciativas econômicas como elementos centrais da campanha.

"O adversário importa menos. O que importa é como o governo chegará. É um governo de muitas entregas, e isso fala mais alto do que qualquer nome da ultradireita."

O dirigente concluiu dizendo que a principal missão do PT no próximo ciclo é preparar novas lideranças e aprofundar o diálogo com setores da sociedade que se afastaram do partido nos últimos anos, especialmente jovens e trabalhadores precarizados.

"É mais fácil reconquistar quem já votou em nós. Mas precisamos estar presentes nos territórios, conversar, ouvir. Nada substitui a presença."

Leia Mais

PT cobra sistema nacional de segurança e rejeita soluções midiáticas

Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Temas

Eleições

LEIA MAIS

ELEIÇÕES

Tarcísio declara apoio a Flávio e prevê mais nomes da direita em 2026

CONFLITO PARTIDÁRIO

União Brasil expulsa Celso Sabino por permanência no governo

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES