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Economia
Congresso em Foco
9/1/2026 12:39
A Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo divulgou nota em defesa do Banco Central, na qual reforça o papel da instituição na regulação do sistema financeiro e na manutenção da estabilidade econômica do país.
O posicionamento ocorre em meio a debates recentes sobre a atuação da instituição no caso do Banco Master. No texto, a frente parlamentar destaca que o Banco Central brasileiro adota padrões regulatórios considerados entre os mais elevados do mundo. "Trata-se de uma instituição técnica, sólida e essencial para a confiança dos mercados, dos investidores e da sociedade".
A entidade também ressaltou que a autonomia do Banco Central, aprovada pelo Congresso Nacional, representou uma decisão de Estado que fortaleceu o arcabouço institucional do país.
Para os parlamentares que integram a frente, a autonomia conferiu maior previsibilidade, estabilidade e segurança à condução da política monetária e à supervisão do sistema financeiro, contribuindo para um ambiente econômico mais favorável ao crescimento.
"Mais do que episódios específicos, é fundamental preservar e fortalecer as instituições que sustentam o funcionamento da economia. A competitividade de uma nação se constrói com regras claras, segurança jurídica e instituições robustas, capazes de exercer suas funções com independência e responsabilidade."
A Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo concluiu a nota reafirmando apoio institucional ao Banco Central e destacando a relevância da autarquia para o desenvolvimento econômico sustentável e para o fortalecimento da confiança no Brasil.
O posicionamento ocorre após o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Jhonatan de Jesus determinar a suspensão da inspeção que havia autorizado anteriormente no Banco Central. A medida previa a análise de documentos relacionados à apuração de uma fraude envolvendo o Banco Master, que estão sob posse da autoridade monetária.
Nos últimos dias, também veio a público a informação de que o Banco Central teria sido alvo de um ataque orquestrado nas redes sociais. Segundo as apurações, influenciadores teriam sido contratados para publicar vídeos exaltando uma decisão anterior do TCU que questionava a rapidez do BC em decretar a liquidação do Banco Master e para criticar a atuação da autarquia no caso.