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Executivo

"Precisamos acabar com a era da mentira", afirma Lula em evento no RS

Lula afirmou que o método será criar um "ano da comparação" entre seu governo e os mandatos de Michel Temer e Jair Bolsonaro.

Congresso em Foco

20/1/2026 15:09

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu ser necessário acabar com a "era da mentira". Durante evento para entrega de unidades do programa Minha Casa, Minha Vida em Rio Grande (RS) nesta terça-feira (20), Lula afirmou que 2026 será o "ano da comparação" entre seu governo e os mandatos de Michel Temer e Jair Bolsonaro.

"Nós vamos comparar cada coisa que nós fizemos em três anos com o deles. Por que nós vamos fazer isso? Porque é preciso acabar com a era da mentira nesse país."

Para Lula, o Brasil não pode continuar "subordinado à leviandade da mentira". Lula criticou grupos que, segundo ele, atuam de forma contínua na internet para disseminar notícias falsas.

"Não é possível esse país estar subordinado à leviandade da mentira de pessoas que não têm respeito às crianças, mulheres e pessoas idosas. Pessoas que acham que podem ficar mentindo 24 horas por dia na internet, passando mentira para as pessoas."

Lula afirmou que seus discursos, assim como as falas de aliados, são monitorados por opositores que buscam frases isoladas para descontextualizar nas redes. "Eles querem pegar uma palavra para que eles possam distorcer e mandar para o mundo na internet", afirmou.

O presidente relembrou o episódio recente, ocorrido na última sexta-feira (19), em que teve sua fala descontextualizada. Cortes do vídeo dão a entender que Lula afirmou que "pobre não precisa estudar", porque "nasceu para trabalhar". No trecho original, o presidente defende a necessidade de dar oportunidades para que pessoas de baixa renda sejam da profissão que quiserem.

Segundo o presidente, "é mais fácil acreditar em uma mentira que na verdade", principalmente em ambientes digitais.

"Todos vocês aprenderam desde pequenos que é mais fácil acreditar em uma mentira do que na verdade, porque a verdade tem que ser explicada, a mentira é só falar. E tem muita mentira circulando."

Ano da comparação

Na fala, Lula detalhou que pretende estimular um balanço comparativo entre seu governo e os que se seguiram ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. A proposta, segundo ele, é confrontar indicadores e ações em setores considerados estratégicos.

"Nós precisamos transformar o ano de 2026 no ano da comparação. Vamos pegar a data que foi feito o impeachment da Dilma em 2016, vamos pegar o governo Temer e o governo Bolsonaro e vamos fazer uma comparação, o que nós fizemos em três anos com o que eles fizeram em sete anos."

O presidente destacou que o objetivo é medir "cada coisa" realizada em seu mandato. Ao se comparar com o período posterior ao afastamento de Dilma, Lula disse pretender "acabar com a era da mentira".

"Viciados em celular"

A declaração do presidente ocorre poucos dias depois de dois outros episódios de desinformação que protagonizam deputados.

No domingo (18), a deputada Erika Hilton (Psol-SP) precisou desmentir que Lula teria se referido a ela no masculino durante um evento no Rio de Janeiro. A parlamentar afirmou que o trecho do discurso presidencial foi usado de forma distorcida para alimentar uma narrativa falsa.

Na semana anterior, o perfil do governo nas redes sociais negou a existência de plano para tributar transferências feitas por meio do Pix em resposta a afirmações do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) de que o Executivo iria taxar a forma de pagamento.

Segundo o Palácio do Planalto, a narrativa, além de falsa, tem sido reciclada com diferentes roupagens desde o início do atual governo e "cria pânico".

Durante o discurso do presidente nesta terça-feira (20), Lula também disse que "todos os deputados são viciados em celular". O presidente se dirigiu aos convidados que estavam na mesa da cerimônia ao dizer que iria "comer o fígado" caso alguém estivesse usando o dispositivo.

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