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Segurança
Congresso em Foco
26/1/2026 | Atualizado às 18:41
Os profissionais de saúde que prestarem atendimento ao ex-presidente Jair Bolsonaro no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), conhecido como Papudinha, deverão cumprir uma série de normas de segurança e confidencialidade.
De acordo com o Memorando nº 1/2026 da PMDF, expedido na sexta-feira (23) pelo comandante em exercício da Papudinha, major Marcos Lourenço de Oliveira, médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e demais integrantes da equipe de saúde serão obrigatoriamente submetidos a revista pessoal e a scanner corporal, procedimentos realizados pela corporação. O documento foi obtido pelo portal Metrópoles.
O memorando também proíbe o ingresso dos profissionais com armas de fogo e com objetos perfurocortantes que não estejam diretamente relacionados ao atendimento médico. Além das restrições, todos deverão assinar um termo de responsabilidade, confidencialidade e sigilo das informações.
Bolsonaro na Papudinha
Condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, Bolsonaro foi transferido da Superintendência da Polícia Federal para a Papudinha no dia 15 de janeiro, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
A transferência ocorreu após reiterados pedidos da defesa do ex-presidente para a concessão de prisão domiciliar ou de medida equivalente, sob a alegação de inadequações na sala da Polícia Federal, como ruído excessivo de geradores próximos e falta de espaço.
O local destinado a Bolsonaro possui dimensões semelhantes às utilizadas anteriormente por Anderson Torres, com múltiplos cômodos e área externa para banho de sol. Por determinação judicial, o espaço passou por adaptações, incluindo a instalação de equipamentos de fisioterapia e barras de apoio, com o objetivo de reduzir o risco de quedas.
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