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Executivo
Congresso em Foco
31/3/2026 17:55
O presidente Lula voltou a alertar para o aumento dos casos do feminicídio nesta terça-feira (31). Em evento que homenageou o aniversário de criação do Prouni e da Lei de Cotas (12.711/2012), Lula defendeu a educação como mecanismo de independência para as mulheres.
Durante o discurso, o presidente chamou a violência doméstica de "pouca vergonha" e questionou os homens que não assumem responsabilidade por seus atos. Lula afirmou que a população masculina precisa entender que as mulheres têm liberdade para ser "o que quiserem ser".
"Nós, homens, temos que botar a mão na cabeça e nos perguntar 'que tipo de sociedade a gente quer criar se o homem não aceita o não de uma mulher, se o homem não aceita ganhar menos que uma mulher, se o homem não aceita que a mulher seja sua chefe, se o homem não aceita que a mulher tenha mais competência que ele?'"
Ao falar sobre a dependência financeira, o presidente disse que "ninguém é obrigado a viver com ninguém por um prato de comida". Lula afirmou que, por isso, o trabalho é "sagrado" para as mulheres.
"Para os homens, a profissão é importante, mas para a mulher a profissão é sagrada. Não é só dinheiro, é independência. É conquistar o direito de andar de cabeça erguida."
Lula reiterou iniciativas no Congresso para endurecer as leis voltadas para o enquadramento criminal de quem pratica violência doméstica. "Quem bater na mulher vai ter que aprender que mulher não foi feita para apanhar, mulher foi feita para ser tratada com respeito e dignidade", declarou.
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