Publicidade
Publicidade
Receba notícias do Congresso em Foco:
Redes sociais
Congresso em Foco
31/7/2026 | Atualizado às 14:28
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) questionou, em uma publicação no X nesta sexta-feira (31), a venda de 15 mil toneladas de açaí do Amapá para uma empresa chinesa e foi rebatido pelo deputado Pedro Campos (PSB-PE). A troca de provocações ocorreu na plataforma.
Ao compartilhar uma reportagem sobre o acordo comercial, Eduardo ironizou o discurso de defesa da soberania nacional adotado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"Ué, ninguém gritou 'o açaí é nosso'?", escreveu, em ironia ao discurso de defesa da soberania nacional adotado pelo governo Lula.
Pedro Campos respondeu à publicação relacionando o comentário à atuação de Eduardo nos Estados Unidos e às tarifas impostas pelo governo norte-americano contra produtos brasileiros.
"Depois do tarifaço, os Bolsonaros querem proibir a exportação de açaí?", escreveu o parlamentar, acompanhado de um emoji de palhaço.
Acordo com a China
A negociação mencionada pelos parlamentares foi firmada pela Cooperativa dos Produtores Extrativistas do Estado do Amapá (Amazonbai) com a segunda maior rede de distribuição de alimentos da China.
O contrato prevê o fornecimento de toda a safra da cooperativa durante cinco anos, totalizando 15 mil toneladas de açaí. O acordo foi fechado durante a Sial China 2026, feira do setor de alimentos realizada em maio, em Xangai.
A Amazonbai reúne produtores extrativistas, especialmente famílias ribeirinhas da região do Bailique, no Amapá. A parceria garante a comercialização da produção até 2031 e amplia a presença do açaí amazônico no mercado chinês.
Temas