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Congresso em Foco
23/9/2026 12:13
O candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta quarta-feira (23) que integrantes do PCC, do Comando Vermelho e de milícias estariam impedindo a circulação de material de sua campanha em comunidades dominadas por grupos criminosos.
Segundo ele, moradores teriam sido ameaçados por usar adesivos com o número 22 e santinhos de sua candidatura teriam sido queimados. Flávio afirmou que tem recebido relatos de que organizações criminosas tentariam restringir sua campanha em determinados territórios.
"Tem um monte já de informes e fatos relatados pra gente que não pode entrar um material com o Flávio Bolsonaro, o presidente 22, em um monte de favela dominada pelo Comando Vermelho, pelo PCC e por milícias."
Ele afirmou ainda que moradores estariam sendo coagidos a retirar adesivos de seus carros. "Eles ameaçam, o morador não pode botar um adesivo no carro, se não manda arrancar, se não arrancar vou arranhar seu carro, vou tomar seu carro, vou furar o pneu."
Na sequência, Flávio disse ter visto relatos de destruição de material eleitoral. "Já vi gente tocando fogo em santinho, em papel com o número 22 para presidente", afirmou.
O calendário do TSE permite a distribuição de material gráfico de campanha até as 22h do dia 3 de outubro, véspera do primeiro turno, desde que respeitadas as regras eleitorais.
Flávio afirmou que sua resposta seria retomar áreas controladas pelas organizações. "Aproveitem seus últimos dias de vocês achando que dominam os territórios. Eu vou declarar guerra a vocês, eu vou devolver cada metro de volta ao povo brasileiro que vocês tomaram de território", acrescentou.
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