Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Eleições 2026

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosEleições 2026RadarPrêmio
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Nunes Marques cria restrições para o canal "Exército de Lula"

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

TSE

Nunes Marques cria restrições para o canal "Exército do Lula"

Presidente do TSE determinou que o canal deve ser registrado na Justiça Eleitoral como propaganda.

Congresso em Foco

13/10/2026 | Atualizado às 12:33

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA

O presidente do TSE, ministro Nunes Marques, decidiu nesta terça-feira (13) permitir a retomada do funcionamento do canal de WhatsApp "Exército do Lula", desde que sejam cumpridas exigências de registro e transparência previstas na legislação eleitoral.

A decisão foi tomada após um pedido do candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL), que havia conseguido a suspensão do canal no dia último dia 11.

O ministro reconheceu a irregularidade na ausência de comunicação do endereço à Justiça Eleitoral, mas condicionou o restabelecimento à regularização, sem afastar o monitoramento de possíveis conteúdos ilícitos.

Ministro criou restrições ao canal.

Ministro criou restrições ao canal.Cleia Viana/Secom/TSE

Veja as restrições:

  • Registro eleitoral - Canal deve ser formalmente comunicado à Justiça Eleitoral antes da retomada;
  • Republicação de conteúdos - Proibida a reprodução de materiais abrangidos por ordens de retirada do plenário do TSE;
  • Canais alternativos - Proibido orientar seu uso para burlar determinações judiciais;
  • Monitoramento - Meta deverá acompanhar publicações públicas de grande alcance nas condições da decisão;
  • Prestação de informações - Meta terá 24 horas após notificação para informar providências iniciais;
  • Responsabilização - Eventuais irregularidades poderão ser apuradas em relação a administradores e candidatos;
  • Igualdade de tratamento - Critérios equivalentes serão aplicados aos canais vinculados à campanha de Flávio Bolsonaro.

Sequência de decisões

No domingo (11), Nunes Marques havia determinado à Meta, representante do WhatsApp no Brasil, a suspensão do canal "Exército do Lula" até a homologação do resultado do segundo turno das eleições presidenciais de 2026.

O pedido de Flávio Bolsonaro questionava a utilização do canal durante a campanha eleitoral. Na decisão inicial, o TSE também determinou a preservação de registros relacionados ao caso e estabeleceu medidas de supervisão.

Horas depois, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou o restabelecimento do funcionamento do canal, inclusive com possibilidade de novas publicações e ingresso de seguidores. Cueva destacou que Flávio apresentou pedidos semelhantes a órgãos diferentes do tribunal, em um intervalo de apenas 41 minutos.

Leia Mais

Nunes Marques manda suspender canal pró-Lula administrado por Janones

Nunes suspendeu canal de Janones enquanto corregedor analisava caso

Corregedor do TSE manda reativar canal "Exército de Lula"

A análise da Assessoria de Enfrentamento à Desinformação examinou, a pedido de Nunes Marques, publicações disponíveis no canal entre os dias 2 e 11 de outubro. Nesse intervalo, a unidade técnica não encontrou reprodução das afirmações anteriormente examinadas pelo tribunal.

O ministro ressaltou, porém, que essa constatação não permite afirmar que os conteúdos não tenham circulado novamente, já que algumas publicações poderiam ter sido apagadas ou editadas.

Processo: 0602791-73.2026.6.00.0000

Leia a íntegra

Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

presidência Andre Janones Nunes Marques EXÉRCITO DO LULA flavio bolsonaro eleições 2026 Lula

Temas

Política

LEIA MAIS

MUDANÇA DE POSIÇÃO

Após visita ao pai, Flávio anuncia que votará pelo fim da escala 6x1

Eleições

Veja quando serão os debates entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES