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Marco Aurélio evita confronto com assessor de Lula

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21/9/2006 | Atualizado 22/9/2006 às 8:48

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Diego Moraes

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Marco Aurélio de Mello, amenizou nessa quinta-feira (21) a declaração feita na véspera de que o escândalo da compra de dossiês é pior do que o Caso Watergate, que derrubou Richard Nixon da presidência dos Estados Unidos em 1974. O ministro afirmou que se referia mais ao contexto do episódio ocorrido no Brasil do que à gravidade dos fatos.

"Referi-me que é muito pior a partir do contexto, do somatório, portanto, de notícias que nós tivemos, notícias encerrando escândalos nos últimos anos. E a minha fala não se mostrou novidade. Por quanto, na posse do Tribunal Superior Eleitoral, ressaltei a quadra vivida", disse o ministro, durante a inauguração do comitê de imprensa do TSE, sobre a entrevista publicada na edição de ontem do Jornal do Brasil.

Marco Aurélio preferiu não entrar em conflito com o coordenador da campanha do presidente Lula à reeleição, Marco Aurélio Garcia, que disse haver "conotação partidária" na comparação com o episódio norte-americano. Ele primeiro ironizou: "eu não poderia falar a mim mesmo", referindo-se ao fato de ter o mesmo nome do assessor de Lula. Depois, o ministro afirmou que a declaração do coordenador de campanha foi mal interpretada.

"Ele apontou vários enfoques e disse mesmo que não poderia acreditar que o que falei tivesse conotação partidária. Agora, compreendamos o judiciário. O judiciário não está engajado em qualquer política, a não ser na política institucional", explicou. O magistrado disse que não vai procurar o assessor do presidente para desfazer o mal entendido, mas ressaltou que está de "portas abertas" caso ele queira conversar.

O presidente do TSE afirmou que não espera que o episódio da compra de dossiês possa conturbar o processo eleitoral, mas disse que pode repercutir sobre a campanha dos candidatos envolvidos. "Mas se tivermos de presumir alguma coisa, será no sentido da lisura", declarou.

Indagado se o processo aberto no TSE para investigar o episódio do dossiê vai tramitar em sigilo, o ministro disse que não há determinação para isso. Segundo ele, a definição ficará por conta do relator do caso, o corregedor Cesar Asfor Rocha. Porém, Marco Aurélio ressaltou que a idéia é manter a publicidade das apurações. "A publicidade é a tônica na administração pública", afirmou.

Sobre o pleito de 1º de outubro, Marco Aurélio disse que espera uma eleição tranquila e transparente tanto na votação quanto na apuração. Em relação aos parlamentares sanguessugas, cuja impugnação da candidatura não deve ser julgada pelo TSE antes das eleições, o ministro afirmou que cabe ao eleitor atuar como juiz. "A palavra está com o eleitor".

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