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Capitais cobiçadas por deputados e senadores

Congresso em Foco

13/7/2005 16:35

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Edson Sardinha


Região Sudeste

São Paulo (SP)

Na mais cobiçada das prefeituras, a prefeita Marta Suplicy (PT) enfrenta pelo menos cinco forças de oposição, das quais três de partidos aliados dos petistas em Brasília. O presidente nacional do PMDB, deputado Michel Temer, e a deputada Luiza Erundina (PSB) não abrem mão de suas candidaturas, apesar da sinalização dos petistas sobre a possibilidade de uma composição.

Num gesto de ousadia, o PSDB lançou o nome do ex-presidenciável José Serra à sucessão de Marta. Os tucanos conquistaram semana passada o apoio do PFL, que trabalhava a candidatura do deputado Dr. Pinotti.

Outro partido de oposição ao Planalto, o PDT, aposta no nome do presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, na disputa eleitoral. O apoio do pedetista também é sondado por peemedebistas e tucanos.

O PL ainda estuda a possibilidade de lançar o deputado Medeiros na disputa.

O ex-governador Paulo Maluf é o nome do PP nas eleições, mas enfrenta resistência dentro do partido. Ele deve enfrentar, na convenção partidária, o deputado federal Celso Russomanno.

Ontem (13), o PPS lançou o deputado estadual Arnaldo Jardim como candidato à prefeitura. O vice da chapa será o também deputado paulista Romeu Tuma Júnior. Jardim derrotou o deputado federal João Herrmann, acusado por ele de estar afinado com o PT

Se Herrmann vencesse, o cenário facilitaria um acordo para apoiar a reeleição da prefeita Marta Suplicy (PT).

A ex-prefeita e deputada federal Luiza Erundina, pré-candidata do PSB, marcou convenção para o próximo dia 20 e afirma que deixará a vaga de vice aberta para os peemedebistas.


Rio de Janeiro (RJ)

O deputado estadual Otávio Leite (PSDB) vai ser o candidato a vice na chapa do prefeito Cesar Maia, que disputará a reeleição no Rio. Ele venceu com 258 votos, de 342 votantes, a prévia disputada ontem na sede do partido. O deputado estadual Luiz Paulo Corrêa da Rocha teve 54 votos e o deputado federal Ronaldo Cezar Coelho, apenas 28 votos.

A decisão do diretório tucano de não lançar candidatura própria dividiu o partido. Preterida, a deputada Juíza Denise Frossard rompeu com a cúpula do partido no estado e deve manifestar apoio à candidatura da deputada Jandira Feghali (PCdoB) ou do deputado Jorge Bittar (PT).

O PMDB deve lançar o ex-prefeito Luiz Paulo Conde, atual vice-governador do estado. O PL aposta no sucesso eleitoral do senador Marcelo Crivella para conquistar a capital fluminense.

Belo Horizonte (MG)

Os principais líderes do PSB participaram ontem da convenção do partido que homologou o nome do deputado estadual João Leite para disputar a prefeitura da capital mineira.

Após a desistência do senador Eduardo Azeredo, o PSDB tende a compor com João Leite para tentar derrotar o prefeito Fernando Pimentel (PT), candidato à reeleição. Os tucanos devem confirmar o ex-deputado Elias Murad como vice do ex-goleiro.

Outros dois deputados federais são pré-candidatos na capital mineira: Roberto Brant (PFL) e Ronaldo Vasconcellos (PTB). O PL negocia com o PT a indicação do vice para a chapa, mas flerta com o PTB e até o PFL. O deputado federal João Paulo é o nome mais cogitado para o cargo.


Vitória (ES)

O PSDB deve lançar o deputado estadual César Colnago para disputar a sucessão do prefeito Luiz Paulo Velloso, que também é do partido.

Um dos principais defensores do governo Lula na Câmara, o deputado Renato Casagrande, líder do PSB, deve ter sua candidatura homologada nos próximos dias. O deputado estadual João Paulo Coser é o pré-candidato do PT. Uma aliança entre os dois partidos ainda não foi descartada por completo.

Região Centro-Oeste

Goiânia (GO)

Depois de ensaiarem uma aliança, tucanos e petistas devem seguir em palanques distintos na capital goiana. A base de sustentação do governo Lula é praticamente a mesma que apóia o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). O PT aposta na reeleição do prefeito Pedro Wilson.

Sem um nome forte para a disputa, os tucanos negociam a indicação do cargo de vice com três deputados federais: Sandes Júnior (PP), Barbosa Neto (PSB) e Jovair Arantes (PTB).

No PMDB, o nome mais cogitado é o do ex-senador Íris Rezende, que enfrenta a resistência do deputado federal Luiz Bittencourt, outro pré-candidato. Oposição aos governos estadual e municipal, o PFL deve lançar a deputada estadual Rachel Azeredo, que disputa a vaga com o deputado federal Vilmar Rocha.

Cuiabá (MT)

O governador Blairo Maggi e o prefeito Roberto França, ambos do PPS, apóiam o nome do deputado estadual Sérgio Ricardo para a sucessão municipal. O partido pode ter o apoio do PSB, que indicaria a deputada estadual Eliene Lima como vice.

Outra composição estudada é com o PFL. Nesse caso, Jorge Pires de Miranda abriria mão da candidatura. Os tucanos devem lançar o deputado federal Wilson Santos, enquanto o PMDB deve seguir sozinho na disputa, com nomes ainda indefinidos.

Campo Grande (MS)

Depois de dois mandatos, o prefeito André Puccinelli pretende fazer do deputado estadual Nelsinho Trad (PMDB) o seu sucessor. O PDT e o PL, dois dos principais aliados do governador José Orcírio dos Santos, o Zeca do PT, não vão apoiar a candidatura do deputado federal petista Vander Loubet. O pedetista Dagoberto Nogueira Filho deve ter um liberal como vice na chapa.

Região Sul

Curitiba (PR)

A capital paranaense vive a expectativa da formação de duas alianças: PT-PMDB e PFL-PSDB. Mas, apesar dos apelos do governador do Paraná, Roberto Requião, para que os dois partidos caminhem juntos nestas eleições, PMDB e PT não devem dividir o mesmo palanque na capital paranaense.

Os petistas pretendem apresentar o deputado estadual Ângelo Vanhoni como candidato à sucessão do prefeito Cássio Taniguchi (PFL), enquanto o PMDB deve escolher entre o deputado federal Gustavo Fruet e o ex-prefeito Rafael Greca. Caso não acerte aliança com o PSDB, que deve lançar o vice-prefeito Beto Richa, filho do ex-senador José Richa, os pefelistas devem lançar Osmar Bertoldi.

Porto Alegre (RS)

O prefeito João Verle (PT) pretende devolver ao seu antecessor a cadeira que conquistou há quatro anos. O deputado estadual Raul Pont compõe com a deputada federal Maria do Rosário a chapa petista para a sucessão municipal. A composição ainda reúne o PCdoB e o PL, entre outros.

Há 16 anos no comando da capital gaúcha, o PT terá em palanque oposto um dos principais defensores do governo Lula, o deputado Beto Albuquerque, vice-líder governista na Câmara.

O PMDB, do governador Germano Rigotto, deve confirmar nos próximos dias a candidatura do deputado federal Mendes Ribeiro Filho.

O ex-senador José Fogaça (PPS) aguarda o PTB definir o vice da chapa. Os tucanos trabalham o nome de Hermes Zaneti. Os ataques ao Planalto devem ser disparados pelo deputado federal Onyx Lorenzoni, pré-candidato pelo PFL.

Florianópolis (SC)

Com o apoio do PDT, do PPS e do PSB, entre outros, o PT pretende manter uma relação amistosa com o PMDB do governador Luiz Henrique da Silveira. Os peemedebistas devem concorrer com o deputado federal Edison Andrino, enquanto os petistas devem indicar o deputado estadual Afrânio Boppré.

Os dois partidos entendem que o verdadeiro adversário é o PP, da prefeita Ângela Amin, que pretende apoiar o nome do secretário municipal Francisco de Assis Filho.


Região Nordeste

Recife (PE)

Na capital pernambucana, a disputa será acirrada entre os partidos que compõem a base de sustentação do governo em Brasília. O prefeito João Paulo (PT) recebeu o apoio do PSB semana passada, com a desistência do engenheiro Telga Araújo, que postulava o cargo.

Outros três deputados federais estão na disputa: Carlos Eduardo Cadoca (PMDB), Joaquim Francisco (PTB) e Raul Jungmann (PPS). Ana Cavalcanti, filha do deputado Severino Cavalcanti (PP), deve ser confirmada como vice de Cadoca. A chapa do petebista deve ser completada com Carlos André Magalhães (PDT), filho do deputado Roberto Magalhães (PTB). João Paulo pretende manter o vice-prefeito Luciano Siqueira (PCdoB) na chapa.

Fortaleza (CE)

Pela primeira vez, o senador Tasso Jereissati (PSDB) e o ministro Ciro Gomes (PPS) ocuparão palanques distintos durante a campanha eleitoral na capital cearense.

Apesar da pressão das executivas estadual e nacional do PT, o partido terá candidatura própria na cidade pela primeira vez nos últimos doze anos. A cúpula do partido defendia a reedição da chapa com o deputado federal Inácio Arruda, candidato pelo PCdoB, que terá o apoio de Ciro.

Considerada “radical” por boa parte das lideranças petistas, a deputada Luizianne Lins conseguiu derrubar a resistência interna e será a candidata do partido. A executiva estadual do PT quer obrigá-la a assinar um termo em que se compromete a não criticar o governo Lula.

Com o apoio de Tasso, o PSDB deve apresentar o deputado federal Antônio Cambraia, ex-prefeito, como alternativa para derrotar o PMDB do prefeito Juraci Magalhães. Os peemedebistas estão há 16 anos no poder e querem mais quatro, com Aloísio Carvalho.

O PFL deve confirmar a candidatura do deputado federal Moroni Torgan.


Maceió (AL)

O PSB do governador Ronaldo Lessa e da prefeita Kátia Born apóia a candidatura do prefeito em exercício Alberto Sexta-Feira e negocia com outros tradicionais aliados a indicação do vice.

Os entendimentos com o PT ficaram mais difíceis semana passada. O partido insiste na substituição de Sexta-Feira pelo nome do deputado federal Jurandir Bóia (PSB). Os petistas devem lançar o deputado estadual Paulo Fernando dos Santos. O pedetista Cícero Almeida e o deputado federal João Lyra (PTB) também estão na disputa. O deputado estadual Régis Cavalcanti (PPS) tem o apoio explícito da senadora Heloísa Helena (sem partido).

Natal (RN)

O prefeito Carlos Eduardo (PSB) e a vice Micarla de Sousa (PP) podem manter a aliança que saiu vitoriosa em 2000. Descontente com os rumos da negociação com o PSB para indicar o vice da chapa, o PFL pode anunciar o deputado federal Ney Lopes como candidato de oposição. A governadora, Wilma de Faria (PSB) tentou convencer os pefelistas de abrirem mão da vice.

Alheio à briga, o PT deve confirmar a candidatura da deputada federal Fátima Bezerra.

Teresina (PI)

O PSDB do prefeito Firmino Filho aposta na candidatura de Sílvio Mendes para manter o controle sobre a capital piauiense. Ele deve enfrentar a deputada estadual petista Flora Izabel, que tem o apoio do governador Wellington Dias (PT). O deputado federal Promotor Afonso Gil (PDT) tenta formar uma aliança com o PPS.

A ex-primeira-dama Adalgisa Moraes Souza, mulher do senador Mão Santa (PMDB), é o nome dos peemedebistas para a sucessão municipal. Ela pode ter como vice o PP, que também flerta com os tucanos.

São Luís (MA)

Candidato à reeleição, o prefeito Tadeu Palácio (PDT) enfrenta resistência dentro do próprio partido.

O governador José Reinaldo Tavares (PFL) aposta na popularidade da deputada estadual Telma Pinheiro entre os evangélicos para derrotar o pedetista. Ela entrou na disputa depois que os pefelistas desistiram de apoiar a candidatura de Ricardo Murad (PSB), cunhado da senadora Roseana Sarney (PFL), por determinação do governador. Roseana, porém, deve apoiar mesmo o irmão do marido.

Dois deputados federais estão na disputa: Pedro Fernandes (PTB) e João Castelo (PSDB). Os petistas devem lançar a deputada estadual Helena Heluy.

Salvador (BA)

Os pefelistas tentam fazer o sucessor do prefeito Antonio Imbassahy, garoto-propaganda das administrações do partido este ano. Para isso, recrutaram o senador César Borges, ex-governador da Bahia. Depois de relutar, Borges acabou aceitando a missão, numa tentativa de conter a disputa interna entre o senador Antônio Carlos Magalhães e o líder do partido na Câmara, José Carlos Aleluia.

A indicação do nome do deputado Antônio Carlos Magalhães Neto irritou Aleluia, que também postulava o cargo. Os pefelistas foram recrutar em partidos da base de sustentação do governo Lula, como o PL e o PP, apoio para a disputa.

Dividido, o PMDB deve escolher entre o deputado federal Geddel Vieira Lima e o militante Carlito Ferreira, que corre por fora. Pelo PT, concorre o ex-líder do partido na Câmara, o deputado Nelson Pellegrino. A ex-prefeita Lídia da Matta tenta voltar ao cargo, dessa vez pelo PSB.

João Pessoa (PB)

Um bloco de 14 partidos apóia a candidatura do tucano Ruy Carneiro, que deve dominar o horário eleitoral. Estão ao lado do PSDB na disputa PFL, PDT, PP, PTB e PL. Os liberais, porém, ainda podem lançar o deputado federal Inaldo Leitão como candidato.

O PMDB, com Manoel Júnior, o PT, com Avenzoar Arruda, e o PSB, com Ricardo Coutinho, devem concorrer com chapas puras.

Região Norte

Belém (PA)

Dois senadores e um ex-governador disputam a prefeitura da capital paraense. O PT, do prefeito Edmilson Rodrigues, irá homologar a candidatura da senadora Ana Júlia Carepa. Ela terá pela frente o candidato derrotado por Rodrigues há quatro anos, o também senador Duciomar Costa (PTB).

Com o apoio do governador Simão Jatene, o ex-governador Almir Gabriel é a aposta dos tucanos. O PDT articula uma aliança com o PMDB, o PL, o PSB e o PPS em torno do nome do deputado estadual Martinho Carmona.

Macapá (AP)

Candidato à reeleição, o prefeito João Henrique Pimentel (PT) negocia o apoio do senador José Sarney (PMDB), que também pode apoiar a candidatura do PDT, do governador Waldez Góes.

Os pedetistas devem apresentar Sebastião Bala Rocha como candidato, embora o deputado federal Davi Alcolumbre ainda esteja na disputa. O PSB deve confirmar o nome da mulher do senador João Capiberibe, a deputada federal Janete Capiberibe. O PP deve indicar Benedito Dias para a sucessão municipal.

Manaus (AM)

O PCdoB encabeça a chapa apoiada pelo PT. A deputada federal Vanessa Grazziotin, que terá como vice o deputado estadual petista Sinésio Campos, ainda discute com o PMDB, o PDT e o PL a formação de uma aliança.

Acusado pela CPI mista da Exploração Sexual, o vice-governador Omar Aziz é uma das opções do PFL para a disputa. O outro nome é o do ex-governador Amazonino Mendes, que enfrenta resistências internas. Mendes pode encabeçar chapa apoiada pelo governador Eduardo Braga (PPS) e pelo senador Gilberto Mestrinho (PMDB).

Boa Vista (RR)

Candidata à reeleição, a prefeita Teresa Jucá (PPS) articula com o PT e o PCdoB uma aliança que já tem o apoio do PMDB, do senador Romero Jucá, seu ex-marido. Os petistas, porém, devem seguir mesmo com o PPS. O atual vice, Iradilson Sampaio (PCdoB) não abre mão do cargo.

O PSB, com Lourdes Pinheiro, pode receber o apoio do PFL. O PTB deve confirmar a candidatura do deputado federal Pastor Frankembergen, enquanto o PP tenta firmar com o ex-governador Neudo Campos (PP), preso pela Polícia Federal ano passado em meios às investigações da Operação Gafanhoto.

 


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