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Ayres Britto compara eleição a filtro

Congresso em Foco

25/10/2008 21:01

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No pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV feito há pouco, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Carlos Ayres Britto, comparou as eleições a um filtro. “É mais um ciclo, uma quadra que se forma na compreensão de que toda eleição popular é um processo de educação política. Educação para a prática do voto como um funil, uma peneira, um filtro pelo qual somente devem passar os candidatos mais devotados à causa pública, mais honestos, mais preocupados em conhecimento e sapiência para o exercício do cargo disputado, além de candidatos comprometidos com a democracia até a raiz dos cabelos, naturalmente”, afirmou.

O ministro também criticou práticas ilegais praticadas durante o dia das votações, como a compra de votos, a boca-de-urna e o transporte de eleitores. Nas palavras de Ayres Britto, tais práticas são “um modo desleal de competir, um desrespeito à dignidade do eleitor”.

Ao final da mensagem, o presidente do TSE destacou a segurança do processo eleitoral e o “clima de descontração” no pleito de amanhã. “Só há motivos, então, para que levantemos em pensamento um transbordante brinde à democracia brasileira”.
De acordo com o TSE, exatos 27.166.584 eleitores estão registrados nas 11 capitais e nos 19 municípios do interior onde a disputa municipal será decidida no segundo turno. (Rodolfo Torres)

Confira a íntegra do pronunciamento do ministro Carlos Ayres Britto

“Eleitoras e eleitores, dentro de 24 horas, um pouco mais, um pouco menos, deveremos conhecer os 31 prefeitos e vice-prefeitos que faltam para completar o quadro da nossa representação política municipal. Será mais um momento de grande alegria, orgulho nacional, porque de eleição popular em eleição popular é que solenemente atestamos a nossa maioridade democrática.

É mais um ciclo, uma quadra que se forma na compreensão de que toda eleição popular é um processo de educação política. Educação para a prática do voto como um funil, uma peneira, um filtro pelo qual somente devem passar os candidatos mais devotados à causa pública, mais honestos, mais preocupados em conhecimento e sapiência para o exercício do cargo disputado, além de candidatos comprometidos com a democracia até a raiz dos cabelos, naturalmente.

Educação para entender que boca-de-urna, transporte de eleitores, compra de voto pelo candidato ou seu preposto são crimes. Um modo desleal de competir, um desrespeito à dignidade do eleitor. Se no primeiro turno, compareceram às urnas mais de 110 milhões de eleitores, agora aguardamos a participação maciça de 27 milhões. Vinte e sete milhões que elegerão os prefeitos de 31 municípios, além dos vice-prefeitos, dentre eles, dentre esses municípios, os mais populosos do Brasil.

E certamente todos participarão em clima de descontração, de contentamento, de sadia competição. Que retornem, portanto, ao agradável convívio com a urna eletrônica, essa garantia tecnológica tanto do segredo do voto quanto da fidelidade à soberana vontade do eleitor. Só há motivos, então, para que levantemos em pensamento um transbordante brinde à democracia brasileira. Boa noite. Ótimo voto amanhã”.

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