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"Julgue-me com dignidade e paciência", pede Paulinho

Congresso em Foco

8/7/2008 | Atualizado às 15:45

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O deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, negou durante seu depoimento hoje (8), no Conselho de Ética, que tivesse qualquer participação no desvio de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

“Duas pessoas falam no telefone em dividir uma parte do Paulinho. João Pedro de Moura é quem citou o meu nome. Não nego que o conhecia, e bem, e ele me visitou várias vezes no meu gabinete, mas nego que tenha participação naquela suposta divisão. Quem não conhece alguém que usou o nome de um familiar para obter vantagem?”, disse o deputado em sua defesa.

O deputado apelou para o coleguismo dos membros do conselho. “Para mim é muito difícil estar aqui nesta cadeira. Quero pedir desculpas se me comportar de forma pouco convencional. Eu acredito na justiça, no homem e em Deus. Aqui eu poderei responder olhando nos olhos dos meus pares, a todas as insinuações. Quero declarar: sou inocente do que me acusam. Alguns colegas podem ter me achado agressivo e arrogante, e algumas vezes fui mesmo, mas foi pelo meio em que fui criado. Venho pedir: ouça-me e julgue-me com dignidade e paciência”, afirmou.

Paulinho defendeu o advogado Ricardo Tosto, também preso pela Polícia Federal (PF) durante a Operação de Santa Tereza, que desbaratou o esquema criminoso junto ao BNDES. “Quanto ao doutor Ricardo Tosto, um dos advogados mais conceituados do Brasil, as conversas traduzem minha irritação e impaciência com o ocorrido. O doutor Ricardo Tosto acaba de sair da cadeia e espera uma reação de indignidade do amigo”, respondeu, referindo-se às escutas telefônicas feitas pela PF no dia da prisão do advogado.

Tosto é conhecido por defender o ex-prefeito e agora deputado Paulo Maluf (PP-SP), e também integrava o conselho do BNDES, representando a Força Sindical. (Tatiana Damasceno)

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