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PF prende juízes federais e bicheiros no Rio

Congresso em Foco

13/4/2007 | Atualizado 14/4/2007 às 6:52

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A Polícia Federal prendeu hoje (sexta, 13) empresários, advogados, policiais civis e federais, magistrados e um membro do Ministério Público Federal, num total de 25 pessoas acusadas de envolvimento em exploração de jogos ilegais, corrupção de agentes públicos, tráfico de influência e receptação.

Dentre os que foram presos na chamada Operação Hurricane (furacão, em inglês), estão os desembargadores federais José Eduardo Carreira Alvim, ex-vice-presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região, e José Ricardo de Siqueira Regueira, do mesmo tribunal ; o procurador regional da República do Rio, João Sérgio Leal Pereira; os delegados da PF Carlos Pereira e Susie Pinheiro; e o juiz Ernesto da Luz Pinto Dória, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região.

Também foram presos o presidente da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), Ailton Guimarães Jorge; um sobrinho dele, identificado como Júlio Guimarães; o presidente do conselho da Liesa e presidente de honra da Beija-Flor de Nilópolis, Aniz Abrahão David; e Antonio Petrus Kalil, conhecido como “Turcão”. Todos eles já foram anteriormente acusados de comandarem o jogo do bicho no Rio de Janeiro.

Os suspeitos presos prestarão depoimentos preliminares e depois serão transferidos para Brasília (DF), onde ficarão à disposição da Justiça.

Em nota, o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região  afirmou que, em reunião extraordinária, "decidiu pela abertura de procedimento administrativo disciplinar e, de conseqüência, pelo afastamento cautelar e temporário do referido magistrado de suas funções". (Sylvio Costa e Rodolfo Torres)

Confira a íntegra da nota da Polícia Federal

"NOTA À IMPRENSA – OPERAÇÃO HURRICANE

A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje, 13 de abril, a Operação Hurricane, nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia, e no Distrito Federal. O objetivo é desarticular uma organização criminosa que atuava na exploração do jogo ilegal e cometia crimes contra a administração pública.

Foram cumpridos 70 Mandados de Busca e Apreensão e 25 Mandados de Prisão contra chefes de grupos ligados a jogos ilegais, empresários, advogados, policiais civis e federais, magistrados e um membro do Ministério Público Federal.

Os presos serão transferidos para Brasília (DF), onde serão interrogados e permanecerão à disposição da Justiça. O material apreendido será analisado na Diretoria de Inteligência Policial com o objetivo de complementar os trabalhos de investigação.

HISTÓRICO

O trabalho policial que resultou na Operação Hurricane teve início com a identificação de uma organização criminosa especializada e estruturada para a prática de múltiplos crimes, incluindo exploração de jogos ilegais, corrupção de agentes públicos, tráfico de influências e receptação. Foi apurado durante a investigação o envolvimento de pessoas com prerrogativa de foro, o que implicou no encaminhamento de Relatório de Inteligência Policial ao Supremo Tribunal Federal, que resultou no Inquérito nº 2424/2006 – STF, presidido pelo Ministro Relator Cézar Peluso. O inquérito embasou a manifestação do Procurador-Geral da República Dr. Antônio Fernando de Souza, que culminou na expedição das buscas e prisões cumpridas na data de hoje.

LOGÍSTICA

Para realizar a operação a PF recrutou 400 policias federais, ente eles todos os policiais lotados na Diretoria de Inteligência (incluindo seu diretor), policiais do Comando de Operações Táticas e de diversos estados do Brasil. Os policiais do Comando de Operações Táticas utilizaram seus conhecimentos em tomada de aparelhos para cumprir os mandados de busca nas "fortalezas" do jogo do bicho. Aos policiais lotados na Coordenação de Aviação Operacional coube realizar o transporte dos agentes e de todo equipamento necessário. Desde ontem um jato EMB-145 permanece baseado no Rio de Janeiro à disposição da Diretoria de Inteligência Policial para o transporte dos presos."

Confira a íntegra da nota do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região

"O Vice-Presidente Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, no exercício da Presidência, Dr. I. Renato Buratto vem a público esclarecer que os fatos que são objeto de investigação pelo Ministério Público Federal, no Inquérito nº 2424-4 Rio de Janeiro, e que levaram o Ministro Cezar Peluso a decretar a prisão temporária do magistrado deste Regional, Dr. Ernesto da Luz Pinto Dória, não teriam ligação com a sua atividade como juiz do trabalho, pelo que dá notícia a decisão prolatada nos autos do inquérito.

O Tribunal Pleno reuniu-se hoje às 15h, extraordinariamente, por convocação do Presidente em exercício, e decidiu pela abertura de procedimento administrativo disciplinar e, de conseqüência, pelo afastamento cautelar e temporário do referido magistrado de suas funções.

Tribunal Regional do Trabalho da 15a. Região".

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