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Congresso em Foco
19/1/2007 | Atualizado às 12:53
Em seu discurso na 32ª Cúpula do Mercosul, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, criticou o vice-presidente do Paraguai, Luis Castiglioni, e defendeu a estatização de empresas na América Latina.
“O vice-presidente do Paraguai afirma que eu vim aqui para contaminar de ideologias o Mercosul. Ás vezes se engole em seco para ter mais paciência, mas entendo que são jogadas daqueles que pretendem impedir que esta nova era se traduza na integração que estamos desejando. Peço que não me envolvam nos processos internos, principalmente nas eleições", afirmou Chávez.
O presidente da Venezuela afirmou que não quer propor o socialismo para os países do Mercosul, mas disse que o modelo (capitalista) não pode continuar. “Se não iremos destruir o planeta."
Chavez também declarou que é socialista há 100 anos. “Me perguntaram se eu era socialista e disse que sou socialista há 100 anos". Ele ainda pediu a criação de um grupo de debate do Mercosul. "Acho que devemos discutir tudo isso e ir em profundidade, e em 11 minutos de discurso não vamos conseguir nada".
O presidente venezuelano fez criticas ao FMI e ao Banco Mundial. "Hoje o imperialismo está, sobretudo concentrado sobre o âmbito econômico. O FMI é, nós sabemos todos, uma arma do imperialismo norte-americano. O Banco Mundial é uma arma do imperialismo mundial."
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