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Tarso desautoriza oferta de cargos por voto na Câmara

Congresso em Foco

19/1/2007 | Atualizado às 15:39

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O ministro das Relações Institucionais da Presidência, Tarso Genro, classificou como "moeda falsa" a suposta oferta de cargos ou liberação de recursos para emendas parlamentares em troca de apoio para o candidato do PT, Arlindo Chinaglia (SP), na disputa à presidência da Câmara.

O oferecimento desse tipo de vantagem tem sido apontado pelos candidatos Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e Gustavo Fruet (PSDB-PR) como principais fatores da aparente vantagem de Chinaglia na corrida ao cargo mais importante da Casa.

Segundo Tarso, o governo não vai "bancar" esse tipo de acordo. "Dizer que o governo está negociando cargos é jogo de disputa parlamentar. Seria um perfeito ingênuo quem acreditar que um ministro pode oferecer um ministério ou cargos [em troca de apoio na disputa da Câmara]. Se alguém oferecer cargos, é desonesto. É moeda falsa."

O ministro também negou que a candidatura do tucano Gustavo Fruet cause "instabilidade" para o governo, a exemplo do que ocorreu com a eleição de Severino Cavalcante (PP-PE) em 2005. Segundo o ministro, nenhuma das três candidaturas atuais gera instabilidade para o governo ou para o país.

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