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PSDB formaliza pedido de investigação contra Lula

Congresso em Foco

18/9/2006 | Atualizado às 20:56

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O advogado José Eduardo Alckmin, que representa o presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin, protocolou nesta segunda-feira (18) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido de investigação da participação do presidente Lula na tentativa de compra de um dossiê que envolveria o ex-ministro da Saúde José Serra (PSDB) na máfia das ambulâncias.

O advogado de Geraldo Alckmin cumpriu a parte oficial do rito, já que o pedido já havia sido entregue informalmente por líderes do PSDB e do PFL ao presidente do TSE, Marco Aurélio Mello, no Rio de Janeiro. O PPS também endossou o pedido.

As legendas sustentam que é preciso uma investigação paralela à da PF para garantir a apuração dos fatos. O presidente da corte prometeu deixar o caso com o corregedor-geral do TSE, ministro Cesar Asfor Rocha, mas já avisou que o TSE vai apurar somente se houve abuso de poder econômico ou outro crime eleitoral no episódio. A apuração criminal continuará a cargo da polícia.

Eduardo Alckmin sustentou o argumento de que a Polícia Federal age politicamente. Segundo ele, a corporação costuma divulgar amplamente investigações desfavoráveis aos tucanos, mas atuou de maneira reservada quando impediu a compra do material contra Serra por pessoas ligadas ao PT.

No documento, o advogado solicita a apuração de responsabilidades do presidente-candidato Lula, do ministro da Justiça, Marcio Thomaz Bastos, do presidente do PT, deputado federal Ricardo Berzoini (PT-SP), além dos personagens citados pela Polícia Federal - o advogado Gedimar Passos, o empresário Valdebran Padilha (filiado ao PT) e o ex-assessor do Palácio do Planalto Freud Godoy.

O texto entregue ao TSE também ressalta a necessidade de apurar a origem dos R$ 1,7 milhão que seriam usados para comprar o dossiê dos empresários Luiz Antonio Vedoin e Darci José Vedoin, donos da Planam e operadores da máfia das ambulâncias no Congresso.

O advogado de Alckmin acha que a impugnação da candidatura de Lula é uma possibilidade, mas antes é preciso avaliar a potencialidade dos atos do presidente em influenciar o resultado do pleito.

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