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PIB fechará o ano com crescimento de 2,8%, diz Ipea

Congresso em Foco

5/12/2006 | Atualizado às 21:26

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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisou hoje (5) a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. De acordo com o Ipea, órgão vinculado ao Ministério do Planejamento, o PIB desse ano deve fechar o ano com um crescimento de 2,8%.

Na última projeção, o Ipea previa um crescimento de 3,3%. Para o próximo ano, o instituto estima ainda que o PIB terá alta de 3,6%.

O setor industrial foi o que sofreu a maior redução em suas previsões de crescimento, passando de 4,2% para 3,2%. A agropecuária, por outro lado, subiu de 2,3% para 3%. O setor de serviços apresentou uma leve revisão de 2,4% para 2,3%.

Segundo o Ipea, a taxa média de crescimento do Brasil nos últimos quatro anos, incluindo 2006, vai repetir a que havia sido registrada entre 1995 e 2000, de 2,6% ao ano. O Ipea ressalta que o país não conseguiu obter, em nenhum dos dois períodos, uma taxa de crescimento acima de 3% por dois anos consecutivos.

"Esse fato é decepcionante, especialmente quando se leva em conta o contexto dos últimos anos, em que a economia mundial tem apresentado um crescimento maior ainda que nos 'anos dourados' da década de 60", afirma o boletim do Ipea.

Leia também:

Tarso pede ajuda a CDES para cumprir meta do governo

O ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, defendeu hoje (5), em reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), que o órgão trabalhe nos próximos quatro anos com propostas que ajudem o presidente Lula a cumprir a "ousada" meta de crescimento de 5%.

De acordo com o ministro, o conselho "esgotou" as discussões sobre os temas prioritários ao primeiro mandato e agora deve apresentar alternativas para ajudar a "destravar" o país no campo econômico.

Tarso Genro reconheceu que nem todas as propostas do conselho foram implementadas pelo governo. Assim como o vice-presidente José Alencar, o ministro sugeriu mudanças na estrutura do Conselho Monetário Nacional (CMN).

"O nosso conselho ofereceu pautas para o governo e a sociedade. Nem todas as propostas foram acolhidas pelo governo, como a ampliação do CMN. Isso permanece uma pendência, mas vamos verificar como processá-la posteriormente", disse o ministro.

Reforma política

Tarso Genro também defendeu que a reforma política seja fruto de consenso entre parlamentares do governo e da oposição.

"Qual será o seu caráter, sua profundidade, sua visão, só será possível definir através de um diálogo entre oposição e governo. Uma reforma política tem que partir de consenso mínimo que apóie os principais traços acordados e promova as reformas legislativas legais ou eventual reforma constitucional necessária", afirmou.

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